11 de novembro de 2025 contos

TRAiÇÃO ANAL NO SOFÁ E NA CAMA DO CORNO

Cuckold
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Estou aqui na sala de casa, o coração disparado, enquanto o Pedro, esse amigo bonito e tarado do meu marido, me encara com aquele sorriso safado que sempre me deu um frio na espinha. Meu marido saiu pro bar com os caras, dizendo que ia demorar, e eu, essa mulher fiel de 25 anos, nunca imaginei que ia cair na tentação assim. Pedro é o rival dele desde sempre, os dois brigam por tudo, mas hoje ele invadiu minha casa como se fosse dono, me pegou pelo braço e me jogou no sofá. “Vai ser minha puta hoje, casadinha”, ele rosna, abrindo a calça e tirando aquele pau grosso, duro, latejando na minha cara. O cheiro de homem suado me invade, misturado com o tesão que eu tento negar, mas minha buceta já tá pingando só de olhar.

Ele me domina total, segura meu cabelo com força e força a cabeça pra baixo. “Chupa, vai, engole meu caralho inteiro”. Eu abro a boca, gulosa apesar da culpa queimando no peito, e engulo aquele pinto quente, sentindo ele pulsar na minha garganta. As bolas dele sufocam meu queixo, peludas e cheirando a suor, enquanto ele soca ritmado, me dando tapas na cara que ardem e me deixam mais molhada. “Isso, boquete guloso, sua vadia fiel”. Eu gemo abafado, babando no pau dele, o gosto salgado me enlouquecendo, e o risco do meu marido voltar a qualquer hora faz meu corpo tremer de adrenalina e tesão.

Não aguento mais, ele me vira de bruços no sofá, rasga minha calcinha e pega o lubrificante que trouxe na mochila – o tarado planejou isso. “Seu cu virgem é meu agora, puta”. Ele lambe meu cuzinho primeiro, a língua quente e molhada me fazendo rebolar involuntário, gemendo alto apesar da dor que vem. O pau dele, lambuzado de lubrificante, pressiona a entrada apertada, e ele arromba devagar no começo, mas logo soca forte, me rasgando. Dói pra caralho, lateja como fogo, mas o tesão mistura com a dor e vira vício puro. “Grita, ninfomaníaca, seu marido é um corno”. Eu grito mesmo, “Ai, Pedro, arromba meu cu, me fode!”, e de repente gozo squirting pela primeira vez, esguichando na buceta que pisca sozinha, molhando o sofá todo, o cheiro de putaria enchendo a sala.

Ele ri, me xingando mais, “Olha essa puta esguichando no cu arrombado”. Tira o pau do meu cuzinho latejando, vermelho e aberto, e me arrasta pro quarto do casal, me joga na cama onde durmo com meu marido. O risco é insano, o bar fica perto, ele pode voltar bebado a qualquer momento, mas isso só me deixa mais louca. Pedro me põe de quatro, rabuda empinada, e mete de novo no cu, socando fundo, as bolas batendo na minha buceta encharcada. Eu rebolo, gemendo como uma cadela, suor escorrendo pelas costas, tremedeira nas pernas. “Fode mais, seu tarado, me faz gozar de novo”. Ele acelera, o pau latejando dentro de mim, e eu sinto outra gozada vindo, squirting de novo, esguichando no lençol que cheira a nós dois.

A dominação verbal não para: “Você é minha ninfomaníaca agora, trai o corno toda vez que ele virar as costas”. Eu amo e odeio, culpa misturada com vontade insana, mas o vício já pegou. Ele vira pra cavalgada anal, eu monto no pau dele, rebolando o cu arrombado pra cima e pra baixo, sentindo cada centímetro me preenchendo, gemidos altos ecoando no quarto. O pau dele pulsa forte, e ele goza primeiro, esporrando leite quente no fundo do meu cuzinho, enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando eu levanto. Mas não para, me puxa pra mamar o pau sujo, lambuzado de porra e lubrificante, gosto amargo e delicioso na boca, engolindo tudo enquanto ele me chama de puta.

Finaliza me fodendo na cara, socando na boca até gozar de novo, esporrando jatos grossos no meu rosto, leite quente pingando nos olhos, na boca, escorrendo pro pescoço. Eu lambo, gulosa, o tesão me consumindo. De repente, ouço a porta da frente – caralho, meu marido voltando mais cedo! Pedro sorri safado, me dá um beijo traiçoeiro, língua entrando na minha boca cheia de sêmen entranhado, misturando nossos sabores. “Vai atender ele assim, com minha porra na cara, puta”. Eu vou, coração explodindo de risco e culpa, mas o cu latejando de prazer, já viciada na putaria, sabendo que vai rolar de novo.

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