13 de novembro de 2025 contos

FODENDO A AMIGA DA ESPOSA NO QUARTO DE HÓSPEDES

Casal
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A esposa tá dormindo no quarto ao lado, roncando baixinho depois de uma janta pesada com vinho, e eu aqui no corredor, coração batendo forte, olhando pra porta do quarto de hóspedes onde a amiga dela, a Carla, tá hospedada essa noite. Ela veio visitar de outra cidade, rabuda pra caralho, com aquela bunda empinada que balança quando anda, e eu não aguento mais o tesão que sinto por ela desde que chegou ontem. A esposa nem suspeita, mas eu já troquei olhares safados com a Carla na cozinha, roçando o pau duro na bunda dela enquanto pegava uma cerveja. Agora é meia-noite, a casa tá quieta, e eu abro a porta devagarinho, entro no quarto escuro só com a luz do abajur fraca, e vejo ela deitada de lado na cama, de camisola fina, as tetas grandes marcando o tecido, a bunda arrebitada pra mim.

“Que porra você tá fazendo aqui?”, ela sussurra, mas não grita, os olhos brilhando de tesão misturado com medo, porque sabe que a esposa tá do lado. Eu fecho a porta sem barulho, me aproximo da cama, o pau já latejando na cueca, duro como pedra. “Shh, quietinha, Carla, eu sei que você quer isso tanto quanto eu”, falo baixo, sentando na beira da cama, minha mão já subindo na coxa dela, sentindo a pele quente e macia. Ela treme um pouco, mas não afasta, só morde o lábio e olha pro meu volume na calça. O cheiro dela sobe, um misto de perfume doce e buceta já começando a molhar, porque eu sinto o calor entre as pernas dela.

Eu puxo a camisola pra cima devagar, expondo a calcinha rosa fina, e enfio a mão por baixo, dedos roçando a buceta peludinha, já úmida pra caralho. “Tá molhada assim por mim, sua puta safada?”, sussurro no ouvido dela, e ela geme baixinho, um som abafado no travesseiro, as pernas se abrindo um pouco mais. Meu dedo médio entra na buceta dela de uma vez, quente e apertada, escorregadia de tanto tesão, e eu começo a dedar devagar, sentindo as paredes pulsarem em volta do dedo. Ela arqueia as costas, a bunda empinando, e eu uso o polegar pra esfregar o grelo inchado, redondo e duro, fazendo ela tremer toda, suor começando a pingar na testa.

“Para, vai acordar ela…”, ela sussurra, mas as coxas apertam minha mão, não quer que eu pare de jeito nenhum. Eu tiro a calça rapidinho, o pau saltando pra fora, latejando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, e eu me deito do lado dela, virando ela de costas pra mim, colherzinha, pra não fazer barulho na cama. Minha boca vai pro pescoço dela, lambendo o suor salgado, mordendo de leve, enquanto a outra mão desce pro cu dela, dedo polegar circulando o cuzinho apertado. Ela solta um gemido rouco, abafado, “Ai, caralho, não aí…”, mas empina mais, querendo.

Eu cuspo na mão, lambuzo o pau todo, duro e veinoso, e posiciono na entrada da buceta dela, sentindo o calor irradiar. “Vou foder você quietinha, mas vai ser gostoso pra porra”, falo, e empurro devagar, o pau entrando centímetro por centímetro na buceta molhada, apertada, engolindo tudo. Ela morde o travesseiro pra não gritar, o corpo tremendo, e eu começo a socar devagar, de lado, sentindo a buceta pulsar em volta do meu caralho, o som molhado de ploc ploc baixinho, suado. O risco me deixa louco, culpa batendo no peito porque a esposa tá ali do lado, mas o tesão é maior, vontade de arrombar essa rabuda.

Mudo de posição sem barulho, viro ela de bruços, ela fica com a cara no travesseiro, bunda empinada, e eu monto por cima, pau saindo e entrando na buceta de novo, agora mais fundo, socando com força controlada pra cama não ranger. “Rebola essa bunda, vai, sua puta”, sussurro, e ela obedece, rebolando devagar, a bunda batendo no meu quadril, suor escorrendo pelas costas dela, pingando na minha barriga. Eu lambo as costas dela, gosto salgado misturado com o cheiro de putaria, e enfio um dedo no cu dela enquanto fodo a buceta, sentindo o cuzinho piscar, apertado.

Ela vira a cabeça, olhos vidrados de tesão, “Me lambe, por favor…”, sussurra, e eu saio do pau dela, a buceta latejando vazia, gozo quase escorrendo, e desço a boca pra buceta dela, lambendo tudo, língua chupando o grelo, sugando o mel doce e salgado que pinga, ela tremendo toda, pernas abrindo mais. Eu mamo a buceta inteira, língua entrando no buraco, sentindo o gosto de tesão puro, e ela goza na minha boca, esguichando um jato quente, abafando o grito no travesseiro, corpo convulsionando, suor por todo lado.

Não aguento mais, o pau lateja doendo, eu subo de novo, posiciono ela de quatro na cama, bunda pra cima, e meto o pau na buceta de uma vez, arrombando fundo, socando rápido mas silencioso, a cama rangendo só um pouquinho. “Vou gozar dentro, sua vadia, encher essa buceta de leite”, falo rouco, e ela empurra pra trás, querendo, “Goza, caralho, goza dentro…”, sussurra gemendo. Eu sinto o pau pulsar, latejar, e esporro tudo dentro dela, gozada grossa e quente jorrando na buceta, enchendo, escorrendo pelas coxas dela misturado com o suor e o mel.

Fico ali um segundo, pau amolecendo dentro, sentindo a buceta apertar os últimos pingos, e saio devagar, a gozada escorrendo branca e espessa da buceta arrombada, pingando na cama. Ela vira de costas, ofegante, olhos brilhando de emoção e culpa, “Isso foi loucura, se ela souber…”, mas sorri safada, lambendo os lábios. Eu beijo a boca dela, gosto de buceta ainda na língua, e sussurro “Foi só o começo, amanhã tem mais”. Saio do quarto devagar, pau lambuzado de gozo, coração disparado de risco e tesão, a esposa ainda dormindo, sem ideia da putaria que rolou do lado.

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