HORA EXTRA COM CHEFE ARROMBANDO BUCETA MOLHADA NA MESA DE VIDRO
Cara, vou te contar essa putaria que rolou comigo, sem enrolação, porque foi a trepada mais suja e deliciosa da minha vida, e eu ainda sinto o pau dele latejando dentro de mim só de lembrar. Eu tinha acabado de completar 18 anos, novata no emprego, toda inocente por fora, mas por dentro já pulsando de tesão por qualquer rola grossa que aparecesse. Meu chefe, um cara mais velho, daqueles que te olha como se quisesse te devorar inteira, me chamou pra ficar depois do horário. “Pra aprender rápido”, ele disse, com aquela voz grave que já me deixava a buceta pingando. Eu sabia que não era só sobre trabalho, mas fingi que sim, porque o risco de ser pega ali no escritório vazio me deixava louca de tesão.
Quando todo mundo saiu, o prédio ficou silencioso, só o zumbido do ar-condicionado e o som dos nossos passos ecoando no corredor. Ele me levou pra sala de reuniões, trancou a porta e me olhou de cima a baixo, como se eu fosse uma puta particular dele. “Tira a calcinha e senta na mesa de vidro”, ele mandou, sem rodeios. Meu coração acelerou, mas obedeci na hora, sentindo o ar frio bater na minha buceta já molhada enquanto eu subia na mesa gelada. As pernas tremendo, eu abri as coxas devagar, mostrando tudo pra ele: os lábios inchados, o grelo latejando, o cuzinho piscando de ansiedade. Ele sorriu, safado, e disse: “Mostra pro seu chefe como uma novata de 18 anos aguenta rola grossa.” Caralho, aquelas palavras me fizeram gemer baixinho, o tesão subindo como uma onda.
Ele se aproximou, abaixou as calças e tirou o pau pra fora – grosso, veiudo, duro como pedra, com a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Eu lambi os lábios, querendo mamar ali mesmo, mas ele foi direto pro ponto. Começou devagar, enfiando a língua na minha buceta, lambendo os sucos que escorriam, chupando o grelo com força até eu me contorcer na mesa. O vidro frio contra minha bunda me arrepiava toda, e o cheiro de sexo misturado com o perfume dele enchia o ar. “Que buceta apertadinha, vai ser uma delícia arrombar”, ele murmurou, enfiando dois dedos pra dentro, socando devagar enquanto lambia tudo ao redor. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia, as mãos apertando os peitos por cima da blusa, os mamilos duros roçando no tecido.
Mas aí ele parou de brincar. Levantou, posicionou o pau na entrada da minha buceta e meteu devagar no começo, me deixando sentir cada centímetro esticando as paredes. “Ah, caralho, que apertada”, ele grunhiu, segurando minhas coxas e puxando pra mais perto. Eu rebolava devagar, sentindo o pau pulsar dentro de mim, o tesão me fazendo apertar em volta dele. Ele começou a socar mais forte, o som de pele batendo em pele ecoando na sala, a mesa rangendo de leve. “Vai, novata, aguenta tudo”, ele dizia, os olhos fixos nos meus enquanto me fodia como se quisesse me partir ao meio. Eu gritava de prazer, as unhas cravando nas costas dele por cima da camisa, a buceta molhada lambuzando o pau inteiro a cada estocada.
Mudamos de posição pra variar o tesão – ele me virou de bruços na mesa, a bunda empinada, e meteu de novo, dessa vez mais fundo, batendo no fundo da buceta. O risco de alguém voltar e nos pegar ali, com a porta trancada mas as janelas dando pro corredor, só aumentava o fogo. “Quero te arrombar toda, sua putinha”, ele sussurrava no meu ouvido, uma mão apertando minha bunda enquanto a outra puxava meu cabelo. Eu empinava mais, rebolando no pau, sentindo o cu piscar cada vez que ele socava forte. O suor escorria pelas minhas costas, misturando com o cheiro de buceta no ar, e eu mordia o lábio pra não gritar alto demais, mas falhava toda hora.
Ele me botou de quatro no chão então, pra sentir o carpete áspero nas joelhos, e continuou socando, variando o ritmo: devagar pra me torturar, depois rápido pra me fazer gozar. “Chupa meu pau agora, prova o gosto da sua buceta”, ele mandou, tirando e enfiando na minha boca. Eu mamei com vontade, lambendo cada veia, engolindo até a garganta, sentindo o salgado do suco misturado com o pré-gozo dele. Boquete guloso, babando tudo, enquanto ele gemia e segurava minha cabeça. “Boa garota, mama direito pro chefe.” Voltei pra mesa depois, cavalgando nele dessa vez, sentando com força, rebolando enquanto o pau entrava e saía, meus peitos balançando livres agora que eu tinha tirado a blusa.
O tesão era visceral, cara, como se meu corpo inteiro fosse só buceta e cu latejando por mais. Ele enfiou um dedo no meu cuzinho enquanto eu cavalgava, me preparando pro anal que eu sabia que viria. “Quer no cu também, né? Sua rabuda safada”, ele disse, e eu assenti, gemendo alto. Ele me virou de novo, cuspiu no cu e meteu devagar, arrombando centímetro por centímetro. Dor misturada com prazer, o pau grosso esticando tudo, me fazendo gritar de verdade. “Soca forte, chefe, arromba meu cuzinho”, eu pedia, as lágrimas de tesão escorrendo enquanto ele fodia o cu com força, alternando com a buceta pra variar.
No final, ele me botou sentada na cadeira dele, as pernas abertas, e socou na buceta de novo, forte, ritmado, até eu sentir o gozo subindo. “Vai, esguicha pra mim, marca território na cadeira do chefe.” E eu gozei pra caralho, esguichando tudo, o líquido quente pingando na cadeira, lambuzando as coxas dele. Ele não aguentou e gozou logo depois, enchendo minha buceta de leite quente, pulsando dentro de mim enquanto eu apertava pra sugar tudo. “Engole o resto”, ele mandou, tirando o pau e enfiando na boca, eu lambendo cada gota, sentindo o gosto salgado misturado com o meu.
Foi isso, a putaria mais crua que já vivi, e eu ainda sinto o corpo latejar só de pensar. Sem arrependimento, só tesão puro, querendo repetir tudo de novo.