EU E O CARA DO TRABALHO METENDO FORTE NA MINHA MULHER PRA CASTIGAR A SAFADA
Porra, cara, vou te contar a putaria mais suja que já rolou na minha vida, sem filtro nenhum, porque eu sei que você aguenta e vai entender o tesão que eu tô sentindo só de lembrar. Foi depois que eu descobri que a minha mulher tinha flertado pesado com um cara do trampo dela. Não foi só um oi e tchau, não. Era mensagem atrás de mensagem, foto de bunda no espelho do banheiro do escritório, ela mandando “você é gostoso demais pra eu aguentar”. Eu li tudo, meu pau latejou de raiva misturada com um tesão do caralho que eu nem sabia que existia.
Em vez de brigar, de gritar, de fazer cena, eu olhei pra ela e disse: “Chama ele aqui em casa. Eu assisto. Ou melhor, eu participo. Vamos castigar essa buceta traidora do jeito que ela merece.” Ela ficou vermelha, os olhos brilhando de medo e excitação ao mesmo tempo. “Você tá falando sério?”, perguntou com a voz tremendo. Eu respondi que sim, que eu queria ver ela sendo fodida por dois paus porque da safadeza dela.
No dia seguinte ela chamou o cara. O nome dele era Lucas, solteiro, daqueles gostosos que malham todo dia e sabem que a mulherada baba. Ele chegou nervoso pra caralho, batendo na porta com a mão suada, olhando pro chão como se tivesse feito merda. Eu abri, sorri e disse: “Entra, cara. Hoje você vai provar o que é meu.”
A minha mulher tava na sala, vestida só com uma camisola fina que mal cobria a bunda. Ela veio até mim primeiro, me puxou pelo pescoço e me deu um beijo molhado, daqueles de língua roçando fundo, bem na frente dele. Eu senti o corpo dela quente, os peitos roçando no meu peito, e vi o Lucas engolindo seco, o pau já marcando na calça jeans. “Olha pra ele, amor”, ela sussurrou no meu ouvido enquanto me beijava. “Ele tá duro só de ver a gente.” Eu ri baixo e mandei: “Tira a roupa, Lucas. Mostra pra gente o que você tem aí.”
Ele obedeceu, mãos tremendo, tirando a camisa primeiro. Peito definido, abdômen marcado. Depois a calça, e o pau pulou pra fora — grosso, duro, latejando, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. Porra, era maior do que eu imaginava. Minha mulher olhou e lambeu os lábios. “Agora senta aí e assiste um pouco”, ela disse pra ele, me puxando pro sofá. Ela sentou no meu colo, de frente pra ele, e começou a rebolar devagar na minha rola, que já tava dura pra caralho dentro da cueca.
Eu levantei a camisola dela, mostrei a buceta raspada, molhada, os lábios inchados brilhando. “Vê isso, Lucas? Isso aqui é meu. Mas hoje você vai provar porque ela foi safada.” Eu enfiei dois dedos na buceta dela ali mesmo, devagar, sentindo o calor apertado, o mel escorrendo pela minha mão. Ela gemeu alto, jogando a cabeça pra trás, os mamilos duros marcando na camisola. Lucas tava com a mão no pau, se masturbando devagar, olhos vidrados.
“Tira tudo dela”, eu ordenei. Ele se aproximou, nervoso ainda, e puxou a camisola por cima da cabeça. Os peitos dela pularam livres, pesados, os bicos rosados pedindo boca. Eu mandei ele mamar. Ele se ajoelhou, pegou um peito na boca e chupou forte, fazendo ela gemer e rebolar mais rápido no meu colo. Meu pau pulsava contra a bunda dela, latejando de tesão.
“De quatro, vadia”, eu disse, empurrando ela pro chão. Ela obedeceu na hora, empinando a bunda rabuda, o cuzinho piscando e a buceta pingando. Eu tirei a roupa rápido, pau duro pra cima, veias saltadas. Lucas ficou olhando. “Você primeiro, cara. Mete nessa buceta que ela ofereceu pra você no trampo.” Ele se posicionou atrás, segurou a cintura dela e socou tudo de uma vez. Ela gritou, o corpo tremendo, mas empinou mais. “Caralho, tá apertada pra porra”, ele gemeu, começando a meter forte, o som de pele batendo ecoando na sala.
Eu me ajoelhei na frente dela, segurei o cabelo e enfiei meu pau na boca. “Chupa, amor. Engole o pau do teu marido enquanto o outro te fode.” Ela mamava gulosa, saliva escorrendo pelo queixo, garganta apertando minha cabeça enquanto Lucas arrombava a buceta dela por trás. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhando do mel dela, as bolas batendo no grelo inchado. “Tá gostando de ser fodida por dois por causa da sua safadeza?”, eu perguntei, socando mais fundo na garganta dela. Ela só gemeu, olhos cheios d’água de tesão, balançando o corpo entre nós dois.
Trocamos de posição. Eu deitei no sofá, puxei ela pra cima em cavalgada. Ela sentou no meu pau devagar, a buceta quente engolindo tudo, molhada pra caralho, pulsando em volta da minha rola. Lucas subiu atrás, cuspiu no cuzinho dela e começou a meter devagar no cu. Dupla penetração, os dois buracos preenchidos, ela gritando de prazer entre nós. “Ai, porra, tá me arrombando os dois… eu sou uma puta mesmo”, ela gemia, rebolando louca, o corpo suado brilhando. Eu sentia o pau do Lucas roçando no meu através da parede fina, aquilo me deixava mais duro ainda, um tesão visceral que eu nunca tinha sentido.
“Rebola mais, safada. Mostra pro Lucas como você gosta de levar rola no cu.” Ela rebolava forte, os peitos balançando na minha cara. Eu mamei um bico enquanto ele socava o cuzinho dela mais rápido. O som era obsceno — molhado, carne batendo, gemidos roucos. Mudamos de novo: eu deitei ela de lado, levantei uma perna e meti na buceta enquanto Lucas enfiava no cu por trás. Os dois paus entrando e saindo no mesmo ritmo, ela esguichando no meu pau, o líquido quente escorrendo pelas minhas bolas.
“Eu vou gozar… porra, não aguento mais”, Lucas avisou, a voz falhando. “Espera, vamos juntos nela”, eu respondi. Tiramos os paus, mandamos ela se ajoelhar no chão, boca aberta, língua pra fora. Eu bati minha rola na cara dela enquanto Lucas fazia o mesmo. “Pede o leite, vadia.” “Por favor… gozem na minha cara, me lambuzem toda”, ela implorou, olhos vidrados de tesão. Eu esporrei primeiro, jatos grossos batendo na língua, no nariz, escorrendo pros peitos. Lucas veio logo depois, leite branco e quente pintando a boca dela, misturando com o meu. Ela engoliu o que pôde, lambendo os lábios, depois passou o dedo no resto e chupou, gemendo como se fosse o melhor sabor do mundo.
A gente não parou aí. Depois de um descanso curto, com ela ainda lambuzada de porra, eu deitei de costas e mandei ela sentar no meu rosto. Lambi a buceta inchada, o cu arrombado, sentindo o gosto dela misturado com o suor e o resto de lubrificação. Lucas meteu na boca dela de novo, agora mais solto, segurando a cabeça e fodendo a garganta. Ela gozou na minha língua, o corpo inteiro tremendo, esguichando na minha barba enquanto engolia o pau dele até o fundo.
Viramos ela de quatro outra vez. Eu no cu agora, socando fundo, sentindo o aperto quente. Lucas na buceta por baixo, os dois paus se esfregando dentro dela. “Olha pra você, sendo castigada como merece. Flertou com ele e agora tá levando rola nos dois buracos ao mesmo tempo”, eu dizia entre os dentes, metendo mais forte. Ela gritava, o corpo suado, a bunda vermelha das palmadas que eu dava. Gozamos de novo — eu dentro do cu dela, enchendo de leite quente, Lucas enchendo a buceta até transbordar, escorrendo pelas coxas dela.
A noite inteira foi assim: revezando buracos, falando sacanagem, lambuzando ela toda de porra e mel. No final, os três suados, exaustos, ela entre nós dois no sofá, uma mão no meu pau mole e outra no dele, ainda pingando. Eu olhei pro Lucas e disse: “Da próxima vez que ela flertar no trampo, você vem de novo. Porque essa putaria aqui… porra, isso aqui virou o nosso segredo mais safado.”
E cara, te juro, nunca gozei tanto na vida. Foi cru, foi sujo, foi perfeito. Ainda sinto o gosto dela na boca quando penso nisso.