2 de abril de 2026 contos

ARROMBANDO O CUZINHO VIRGEM DA EXECUTIVA NA PIA DA COZINHA

Aventuras
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Cara, senta aí que eu vou te contar a putaria mais suja e mais gostosa que já aconteceu na minha vida. Eu juro por Deus que ainda fico de pau latejando só de lembrar. Eu tenho 23 anos, sou o entregador de mercado que vai toda semana na casa dela. Ela é executiva, 44 anos, rica pra caralho, mora sozinha num apartamento enorme. Sempre atende de roupa de casa, mas naquela tarde… porra, foi diferente.

Cheguei com as sacolas como de costume. Toquei a campainha e ela abriu a porta de robe de seda preto, daqueles finos que grudam no corpo. O robe mal cobria as coxas, e quando ela se virou pra me guiar pra dentro eu vi que não tinha nada por baixo. A bunda redonda, empinada, balançava de leve a cada passo. Meu pau já começou a inchar dentro da calça do uniforme. Ela percebeu. Eu sei que percebeu porque olhou direto pro volume e mordeu o lábio inferior, bem devagar.

— Entra, amor. Tá quente hoje, né? Quer tomar uma água? — perguntou ela, voz rouca, como se já soubesse o que ia rolar.

Eu nem pensei duas vezes. Larguei as sacolas na entrada e fui atrás. A cozinha era enorme, ilha de mármore no meio, pia de inox brilhando. Em menos de dez minutos eu já tava ajoelhado no chão frio, com a cabeça enfiada entre as pernas dela em cima da ilha. Ela sentou na beirada, abriu o robe inteiro e puxou minha cabeça pra buceta depilada, lisinha, já molhada pra caralho. O cheiro era doce, quente, de mulher madura que tá louca pra dar. Eu lambi devagar primeiro, passando a língua toda na fenda, sentindo o grelo inchado pulsar contra minha boca. Ela segurou meu cabelo com força e começou a rebolar no meu rosto.

— Isso, menino… chupa minha buceta direito. Lambe tudo, caralho… — gemia ela, voz baixa, safada.

Eu meti a língua lá dentro, fundo, sentindo o mel escorrer pela minha barba. Chupei o grelo, suguei, lambi os lábios carnudos até ela começar a tremer. As coxas apertavam minha cabeça, os pés dela cruzados nas minhas costas. Eu tava com o pau duro pra rachar a calça, latejando, babando pré-gozo.

Ela desceu da ilha, me empurrou pra trás e caiu de joelhos no chão da cozinha, bem na minha frente. Abriu o zíper com as duas mãos, puxou o pau pra fora e olhou como quem vê um prêmio. Meu caralho é grosso, veioso, cabeça rosada brilhando. Ela não falou nada. Só abriu a boca e engoliu até o fundo. Caralho, que boquete. Babava tudo, descia até o saco, lambia as bolas enquanto a mão socava a base. O barulho era obsceno — gluck gluck gluck — saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão. Ela mamava com fome, olhos arregalados olhando pra cima, como se quisesse que eu soubesse que tava adorando ser uma puta pra um entregador de 23 anos.

— Porra, que boca gulosa… — eu rosnei, segurando a cabeça dela e metendo devagar na garganta.

Ela engasgou, cuspiu, mas não parou. Lambuzou o pau inteiro, massageou o saco, chupou a cabeça até eu quase gozar na boca dela.

Mas eu queria mais. Levantei ela, virei de costas e dobrei aquele corpo maduro na pia da cozinha. A bunda empinada, branca, perfeita. Abri as nádegas com as duas mãos e vi o cuzinho rosado, virgem, piscando. Passei o pau melado na fenda, esfregando a cabeça quente ali.

— Eu nunca deixei ninguém foder meu cu… vai devagar — pediu ela, voz trêmula, mas o corpo empinando mais pra trás, pedindo.

Eu cuspi na mão, lambuzei o pau e o cuzinho dela. Pressionei devagar. A cabeça entrou com dificuldade, apertado pra caralho. Ela gemeu alto, unhas arranhando a pia.

— Ai, caralho… devagar, menino… tá me abrindo toda…

Eu empurrei centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar meu pau como um punho quente. Quando tava todo dentro, as bolas batendo na buceta molhada dela, comecei a meter mais forte. Saía quase tudo e socava de novo, batendo fundo. O barulho das bolas contra a buceta dela era molhado, obsceno. Ela gritava agora, sem vergonha:

— Isso! Mete no meu cu! Arromba esse cuzinho virgem, porra! Mais forte!

Eu segurei os quadris dela e fodi como um animal. O cu dela relaxou, ficou molhado, escorregadio. Eu metia fundo, girava o pau dentro, sentia o intestino pulsar em volta da grossura. Ela rebolava pra trás, pedindo mais, gemendo como uma puta desesperada. A buceta dela pingava no chão, um fio grosso de tesão escorrendo pela coxa.

De repente ela começou a gozar. O corpo inteiro tremeu, o cu apertou meu pau como se quisesse ordenhar. Ela gritou, quase desmaiando, as pernas bambas, se segurando na pia. Eu não aguentei. Meti até o fundo e esporrei tudo dentro daquele cu virgem. Jato atrás de jato, quente, grosso. Quando tirei o pau, a gozada branca escorreu do cuzinho arrombado, pingando devagar pela buceta inchada dela, descendo até o chão da cozinha.

Ela ficou ali, ofegante, cu aberto, porra escorrendo, e olhou pra trás com um sorriso safado:

— Volta semana que vem… e traz mais leite pra mim.

Eu guardei o pau ainda duro, lambuzado da porra e do cu dela, e saí dali sabendo que toda entrega agora ia ser assim. A putaria mais crua, mais gostosa e mais proibida da minha vida. E eu mal posso esperar pra repetir.

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