2 de abril de 2026 contos

VI A MÃE DO MEU AMIGO SE TOCANDO NA SIRIRICA E ACABEI METENDO MEU PAU DURO ATÉ ELA ESGUICHAR

Aventuras
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Cara, vou te contar a putaria mais suja e verdadeira que já rolou na minha vida, sem filtro nenhum, porque tu é de confiança e eu preciso botar pra fora essa tesão que ainda lateja só de lembrar. Foi na casa do meu amigo, eu cheguei lá pra gente jogar uma partida ou fumar um, sei lá, o de sempre. Toquei a campainha, ninguém atendeu de primeira, mas a porta tava entreaberta. Entrei devagar, chamando o nome dele, e aí… caralho, o que eu vi me deixou com o pau latejando na hora.

A mãe dele tava na sala, sentada no sofá grande, com um vestido leve subido até a cintura e só uma calcinha fio dental preta enfiada no meio da buceta. A TV tava ligada num vídeo pornô bem explícito, daqueles com mulher gemendo alto enquanto leva socada. Ela tinha um vibrador grosso na mão, rosa, daqueles que giram e vibram ao mesmo tempo, e tava enfiando ele devagar na sirica dela, molhada pra caralho. Os gemidos dela misturavam com os da TV, baixinhos no começo, mas safados. A buceta dela brilhava, pingando melado nas coxas, e o grelo tava inchado, latejando enquanto ela esfregava o dedão nele. O vestido tava meio aberto no peito, os mamilos duros marcando o tecido. Eu congelei na porta, o coração martelando, mas o tesão foi maior. Meu pau endureceu instantâneo dentro da calça, latejando tanto que eu precisei abrir o zíper ali mesmo.

Fiquei ali, escondido atrás da porta, batendo uma punheta lenta, olhando ela se tocar. Ela empurrava o brinquedo fundo, tirava devagar, lambuzado de gozo dela, e enfiava de novo, rebolando o quadril no sofá. “Ahh… caralho…”, ela murmurava, os olhos vidrados na tela. Eu socava meu pau com a mão, imaginando que era a buceta dela apertando em volta. O leite dela escorria pelo vibrador, pingando no sofá. Eu tava quase gozando só de olhar, o pau pulsando na minha palma, quando ela virou a cabeça e me viu.

Não teve grito, não teve susto. Ela parou o vibrador dentro da buceta, sorriu devagar, safada pra porra, e falou baixo: “Vem cá, garoto. Não fica aí só olhando… vem assistir comigo.” Meu coração quase saiu pela boca, mas o tesão venceu qualquer vergonha. Eu entrei, pau duro pra fora, latejando no ar. Ela tirou o vibrador devagar, lambuzado, e lambeu a ponta, olhando pra mim. “Tu tava batendo punheta me vendo, né? Que safado… vem, senta aqui do lado.”

Sentei no sofá, perto dela. O cheiro da buceta molhada dela encheu o ar, doce e quente. Ela pegou o controle da TV, aumentou o volume do pornô e me entregou o vibrador. “Segura pra mim enquanto eu te chupo.” Eu segurei o brinquedo, ainda quente do cu dela, e ela se inclinou, mamou meu pau inteiro de uma vez. A boca quente, molhada, sugando forte, a língua girando na cabeça. “Porra… que boquete bom…”, eu gemi, empurrando o quadril. Ela engoliu fundo, baba escorrendo pelo meu saco, enquanto rebolava os dedos na própria buceta.

A gente ficou assim um tempo, ela mamando meu caralho como se fosse o último do mundo, eu enfiando o vibrador de volta na sirica dela. A buceta dela apertava o brinquedo, esguichando um pouco de leite toda vez que eu ligava no máximo. Depois ela subiu em mim, cavalgada bruta. Tirou a calcinha fio dental de lado e sentou no meu pau, devagar no começo, gemendo alto: “Ai, caralho… teu pinto é grosso… me enche toda.” A buceta dela tava quente, molhada, apertando meu pau como se quisesse ordenhar. Ela rebolava forte, os peitos pulando dentro do vestido, eu segurando a bunda dela e socando pra cima.

A gente mudou de posição rapidinho. Ela ficou de quatro no sofá, rabuda pra cima, o cuzinho piscando enquanto a buceta pingava. Eu meti de uma vez, arrombando fundo, socando com força. “Fode… fode essa buceta… mais forte!”, ela gritava, empinando o cu pra mim. O barulho da pele batendo era alto, molhado, misturado com os gemidos do pornô. Eu puxava o cabelo dela, dava tapa na bunda, e ela rebolava de volta, apertando meu pau dentro dela.

Depois eu deitei ela de lado, uma perna pra cima, e meti de novo, devagar no começo pra sentir cada pulsada. O vibrador voltou pro grelo dela enquanto eu socava. Ela gozou pela primeira vez assim, esguichando forte no meu pau, leite escorrendo pelas coxas, gritando meu nome misturado com “puta que pariu”. Eu não parei. Virei ela de novo, agora com o rosto no sofá, cu empinado, e mudei pro cuzinho. Ela tava tão molhada que deslizou fácil. “Enfia no meu cu… arromba…”, ela pedia, gemendo rouca. Eu meti devagar, depois forte, o cuzinho apertando meu pau latejante. A gente fodeu assim por um tempão, eu lambendo o pescoço dela, mordendo o ombro, ela tocando o grelo enquanto eu socava o cu.

Eu tava no limite. Puxei o pau, ela virou rápido e mamou de novo, engolindo fundo, chupando o gosto da própria buceta e do cu. “Gozar na minha boca… esporra tudo”, ela mandou. Eu segurei a cabeça dela e esporrei forte, jatos grossos enchendo a garganta. Ela engoliu tudo, lambendo até a última gota, olhos vidrados de tesão.

A gente ficou ali, suados, lambuzados, assistindo o pornô ainda rolando. Ela pegou o vibrador de novo, enfiou na buceta enquanto eu batia uma devagar vendo ela. “Isso não acaba aqui, né?”, ela disse, sorrindo. E não acabou mesmo. A gente fodeu mais duas vezes antes do meu amigo chegar — uma rapidinha no banheiro, eu metendo nela de pé contra a pia, e outra no quarto dela, ela cavalgando meu pau até eu gozar dentro da buceta, leite misturado pingando.

Cara, foi a trepada mais safada e proibida da minha vida. Ainda penso nela toda vez que bato uma. Sem arrependimento nenhum, só tesão puro.

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