MINHA SOGRA PUTA ARROMBADA DE QUATRO
Cara, vou te contar a putaria mais suja que já rolou na minha vida, sem filtro nenhum. Eu sou casado tem uns anos, tudo normal em casa, mas a mãe da minha mulher… porra, ela virou minha vadia secreta. Tudo começou quando eu tava mexendo no celular dela, fingindo que era pra consertar uma merda de Wi-Fi. Achei o perfil escondido. Fotos dela pelada, buceta molhada aberta pra câmera, vídeos rebolando o cuzinho rabudo, gemendo como uma puta barata. “Minha Sogra é uma Puta” era o nome do perfil. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro da calça.
Eu salvei tudo, imprimi umas fotos e esperei a hora certa. Minha esposa saiu pra visitar uma amiga, ia demorar a noite toda. Chamei a sogra pra “conversar”. Ela chegou toda arrumada, saia justa marcando aquela bunda carnuda, blusa decotada deixando os peitos pesados quase pularem. Sentei no sofá e mostrei o celular na cara dela.
— Olha só o que eu achei, sua puta. Quer que eu mande isso tudo pro seu marido? Pros amigos da família?
Ela empalideceu, mas vi o tesão nos olhos dela. Negou no começo, choramingou, mas eu já tava com o pau latejando. Mandei ela tirar a roupa ali mesmo. Devagar. Quando a blusa caiu, aqueles mamilos escuros endurecidos me encararam. A saia desceu e a buceta dela tava raspadinha, já brilhando de tesão.
— De joelhos, vadia. Chupa.
Ela obedeceu. Abriu a boca quente e engoliu meu pau inteiro, babando, mamando com fome. Eu segurava a cabeça dela, socando fundo na garganta, sentindo a língua girar no glande. “Engole tudo, sua puta da internet.” Ela gemia, saliva escorrendo pelos peitos, olhos lacrimejando enquanto eu fodia a boca dela sem piedade. Meu caralho pulsava, inchado, pronto pra gozar, mas eu parei. Queria mais.
Levantei ela, joguei de quatro no sofá. A bunda rabuda empinada, o cuzinho piscando rosado. Passei a mão na buceta dela — molhada pra caralho, pingando mel nos dedos. Enfiei dois dedos fundo, mexendo no grelo inchado até ela gemer alto, rebolando contra minha mão.
— Por favor… não conta pra ninguém — ela pediu, voz rouca de tesão.
— Cala a boca e abre esse cu pra mim.
Cuspi na mão, lambuzei o pau e meti devagar no cuzinho apertado. Ela gritou, mas empurrou pra trás, arrombando o próprio rabo no meu caralho. Fodi devagar no começo, sentindo o anel apertar, depois comecei a socar forte. O barulho de pele contra pele enchia a sala, as bolas batendo na buceta molhada dela. Eu puxava o cabelo, dava tapas na bunda que ficava vermelha. “Rebola nessa pica, sua sogra puta.” Ela rebolava como uma profissional, gemendo “Ai, fode meu cu… arromba”.
Gozamos juntos. Eu esporrei tudo lá dentro, leite quente enchendo o intestino dela, escorrendo pelas coxas quando tirei o pau. Ela desabou, ofegante, buceta pulsando, gozada pingando no sofá.
Desde esse dia virou rotina. Toda vez que minha esposa sai, eu mando mensagem: “Manda nude agora, vadia.” Ela obedece na hora. Fotos da buceta aberta com dedos dentro, vídeos se masturbando, gemendo meu nome, chupando os próprios peitos. Às vezes peço vídeo no banheiro, de quatro, enfiando o dedo no cu enquanto fala “Esse cuzinho é seu, genro.”
Ontem foi foda. Esposa foi pro trabalho cedo. Chamei ela pra casa. Mal fechei a porta, já tava com a mão na buceta dela, dois dedos socando enquanto beijava aquela boca safada. Joguei ela na cama do nosso quarto — risco máximo, né? — e mandei ela cavalgar. Ela sentou no meu pau duro, buceta quente engolindo tudo, subindo e descendo, peitos balançando na minha cara. Eu mamava os mamilos, mordia, enquanto ela rebolava gostoso, gemendo “Seu pau é maior que o do meu marido… me fode melhor”.
Virei ela de lado, perna pra cima, metendo fundo na buceta latejando. Depois voltei pro cu, arrombando com força, sentindo o cuzinho pulsar no meu caralho. Ela gritava, esguichando, molhando os lençóis. Gozei na boca dela dessa vez. “Engole meu leite, puta.” Ela lambeu tudo, limpou o pau com a língua, olhando nos meus olhos com cara de vadia satisfeita.
É isso, cara. Minha sogra é minha puta particular agora. Toda vez que fodo ela, penso no risco, na traição, no tabu… e fico mais tarado. Não tem volta. O tesão é bruto, sujo, real. E eu quero mais. Muito mais.