30 de setembro de 2026 contos

SOBRINHO ARROMBANDO EU E MINHA PRIMA DE QUATRO NO JOGO DE VERDADE OU DESAFIO

Fetiche
Views 9

Eu nunca contei isso pra ninguém. Nunca. Mas hoje eu tô com o cu ainda latejando só de lembrar e o peito quente, então vai. Foi a putaria mais suja da minha vida e eu gozei tanto que quase desmaiei.

A gente tava bebendo. Eu, minha prima e o meu sobrinho. Aquela merda de jogo de verdade ou desafio. No começo era só besteira, beijinho no ombro, tirar a camisa, essas porcarias. Mas a cachaça foi entrando e o clima esquentou. Eu tava de calcinha fio dental vermelha e sem sutiã, os peitos duros de tesão e o mamilo raspando no tecido da blusa. Minha prima de conjunto preto, também fio dental, a bunda dela já marcando aquela calcinha fina. O meu sobrinho olhando a gente o tempo todo, a calça estufada de um jeito que dava pra ver o volume grosso.

Depois de umas rodadas ele desafiou a gente duas. Olhou pra mim e pra ela e falou baixo, com aquela voz grossa:

— Quero ver as duas se tocando. Agora. Calcinha pra baixo e buceta na boca uma da outra.

Minha prima ficou vermelha. Tímida pra caralho no começo. Mas eu já tava molhada, a calcinha vermelha encharcada entre os lábios. Eu puxei ela pelo cabelo e enfiei a boca na boca dela. Beijo molhado, língua em cima de língua, enquanto a mão dela ia direto no meu peito, apertando o mamilo. O sobrinho só assistia, a mão já dentro da calça, masturbando aquele pau que eu ainda não tinha visto inteiro.

Aí ele tirou. Quando a rola dele saiu, minha prima parou de beijar. Ficou olhando. Grande pra porra. Grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Eu senti o cu apertar só de ver. Ela engoliu seco. Eu também.

— Agora chupa ela — ele mandou pra mim. — Enquanto ela come sua buceta.

Eu deitei de costas no sofá, abri as pernas e puxei a calcinha vermelha pro lado. A buceta já tava pingando. Minha prima ajoelhou entre minhas coxas, ainda meio trêmula, mas quando eu enfiei a mão no cabelo dela e empurrei a cara pra baixo, ela abriu a boca e engoliu. Língua no grelo, chupando forte, molhando tudo. Eu gemi alto. Enquanto ela me comia, eu puxei o quadril dela pra cima e enfiei a cara entre as nádegas dela. A calcinha preta já tava enfiada no meio do cu e da buceta. Eu puxei pro lado e lambi a buceta dela de uma vez, chupando os lábios, lambendo o grelo inchado. Depois desci mais. A língua no cuzinho dela. Apertadinho, limpinho, tremendo. Primeira vez que eu comia o cu dela. Ela gemeu na minha buceta quando eu enfiei a ponta da língua lá dentro, abrindo, lambendo em círculo, cuspidando e enfiando de novo.

O sobrinho não aguentou. Veio até a gente, a rola batendo na coxa. Eu soltei o cu da minha prima só pra chupar ele. Abrir a boca e engolir aquele pau grosso até a garganta. Ele segurou minha cabeça e meteu fundo, o saco batendo no meu queixo. Eu babava, a saliva escorrendo pelo pau e pingando na minha peito. Minha prima continuava chupando minha buceta, agora com dois dedos dentro, socando enquanto chupava o grelo.

Ele tirou o pau da minha boca e empurrou minha prima de quatro. Ela ainda tava com a cara na minha buceta quando ele enfiou. Eu vi o pau sumindo na buceta dela de uma vez, sem dó. Ela gritou no meu grelo. Ele segurou a cintura dela e começou a meter, socando fundo, a bunda dela batendo nele. Eu fiquei debaixo, chupando o grelo dela enquanto ele fodia, a rola entrando e saindo, molhada de porra dela. De vez em quando eu lambia o pau dele também, a língua passando no tronco grosso enquanto ele arrombava ela.

Depois ele me virou. Me pôs de quatro ao lado dela. A calcinha vermelha ainda no meio da bunda. Ele puxou pro lado e enfiou. O pau dele esticou minha buceta de um jeito que doeu gostoso. Grosso pra caralho. Eu gemi alto, a cara afundada no sofá, enquanto ele socava. Minha prima veio do lado, deitou debaixo de mim e começou a chupar meu grelo enquanto ele me fodia. Língua dela no meu clitóris, pau dele arrombando a buceta. Eu gozei assim. Gozei forte, esguichando na boca dela, a buceta pulsando em volta do pau dele.

Ele não parou. Tirou, me colocou de costas, abriu minhas pernas e enfiou de novo, agora com a minha prima cavalgando a cara dele. Ela sentou no rosto do sobrinho, a buceta e o cu dele lambendo, enquanto ele me metia com força. Eu via a bunda dela rebolando na cara dele, o cuzinho abrindo e fechando. Eu estiquei o braço e enfiei dois dedos no cu dela, socando enquanto ele me fodia. Ela gemeu alto, gozou na boca dele, a buceta esguichando.

Aí ele quis o cu. Primeiro o dela. Pôs ela de quatro de novo, cuspui no cuzinho, enfiei o dedo, abri. Depois a cabeça do pau. Ela gritou quando ele enfiou. Apertado pra porra. Eu fiquei debaixo, chupando a buceta dela enquanto ele arrombava o cu. Cada estocada fazia a buceta dela tremer na minha boca. Eu lambia tudo, o grelo, os lábios, o pau entrando e saindo do cuzinho. Ele meteu até o fundo, o saco batendo nela. Quando tirou, o cu dela ficou aberto, piscando, pingando.

Depois foi a minha vez. Eu já tava babando de tesão. Ele me pôs de quatro, a calcinha vermelha rasgada de tanto puxar. Cuspui no meu próprio cu, enfiei o dedo, abri. Ele colocou a cabeça e empurrou. Eu gritei. Grosso demais. Mas ele não parou. Enfiou até o fundo, o pau latejando dentro do meu cu. Minha prima veio na frente, ajoelhou e enfiou a cara na minha buceta, chupando enquanto ele me arrombava o cu. Eu gozei de novo. Gozei com o pau dele no cu e a língua dela no grelo. A buceta esguichando nela, o cu apertando o pau dele.

Ele tirou e gozou. Primeiro na minha boca. Eu engoli. Depois enfiou de novo no cu da minha prima e esporrou lá dentro, o leite branco saindo quando ele tirou. Eu lambi. Lambi o cu dela sujo de porra dele, chupei o pau ainda pingando. Minha prima chupou minha buceta de novo, lambendo o próprio leite misturado com o dele.

A gente ficou ali, suada, molhada, o cheiro de porra e buceta no ar. Ele ainda duro. Eu ainda com o cu latejando. Minha prima ainda com o grelo inchado. E a gente continuou. Porque uma vez não bastava. Porque o pau dele era grande demais e a gente tava viciada. Porque eu queria sentir ele arrombando de novo. E ele arrombou. Até a gente não aguentar mais ficar de quatro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *