1 de novembro de 2025 contos

A COROA SAFADA QUE VIU O AMIGO DO FILHO DORMINDO COM O PAU DURO PRA FORA NO COLCHÃO E NÃO AGUENTOU

Aventuras
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Cara, eu preciso te contar isso tudo, como se estivesse aqui do meu lado, bebendo uma cerveja gelada e eu despejando cada detalhe sujo da minha cabeça. Meu nome é Carla, tenho 45 anos, sou aquela coroa que todo mundo acha composta, com curvas que ainda param o trânsito – peitos fartos que balançam no sutiã apertado, bunda redonda e empinada de academia, e uma buceta que fica molhada só de pensar em putaria. Mas por dentro, eu sou uma vadia safada, cheia de taras que ninguém imagina. Meu filho, o Lucas, tem 22 anos, e ele trouxe o amigo dele, o Pedro, pra passar o final de semana em casa. O Pedro… porra, ele é um garotão de 21, alto, musculoso de jogar futebol, com aquele sorriso safado que me faz apertar as coxas sem querer. Eu já tinha reparado nele antes, nas festas do Lucas, mas nunca tinha deixado o tesão tomar conta assim. Até aquela noite.

Era uma sexta-feira quente pra caralho, o ar condicionado da casa tinha pifado e o suor escorria pelo meu decote. Eu tava na cozinha, vestindo só uma camisola fina que mal cobria minha rabada, sem sutiã, os mamilos duros marcando o tecido por causa do calor. O Lucas tinha saído pra comprar mais cerveja com uns amigos, me deixando sozinha com o Pedro, que tava dormindo no colchão que a gente improvisou na sala, porque o quarto de hóspedes tava bagunçado. Eu ouvi um ronco baixo vindo dali e, curiosa, fui dar uma olhada. Meu coração já acelerou antes mesmo de ver. Ele tava deitado de barriga pra cima, só de cueca boxer, que tinha escorregado pra baixo por causa do calor. E ali, exposto, o pau dele… caralho, amigo, era uma pica grossa, veiuda, meio dura mesmo dormindo, com a cabeça rosada brilhando de suor, pulsando levemente como se sonhasse com foda. As bolas peludas penduradas, o cheiro de homem suado invadindo o ar. Eu congelei na porta, a buceta dando um estalo molhado instantâneo, pingando nas coxas. “Porra, Carla, ele é amigo do seu filho”, pensei, mas o tesão foi mais forte. Meus mamilos doíam de tão duros, e eu senti uma vulnerabilidade ali, misturada com a tara – eu sou mãe, divorciada há anos, carente pra caralho, e ver aquela pica jovem me fez lembrar como eu me sinto viva só quando tô sendo fodida sem limites.

Eu me aproximei devagar, o chão frio nos pés descalços, o coração batendo como se fosse explodir. O Pedro resmungou no sono, virando um pouco, e a cueca desceu mais, deixando o pau todo pra fora agora, endurecendo aos poucos. Eu não aguentei. Minha mão tremia quando toquei na coxa dele, sentindo o calor da pele, os pelos arrepiados. “Só uma olhada de perto”, menti pra mim mesma. Mas quando cheguei perto, o cheiro de pau suado me invadiu, salgado e masculino, e eu lambi os lábios sem pensar. Minha buceta tava encharcada, escorrendo pela perna, e eu apertei as coxas pra aliviar o grelo latejando. Toquei a base do pau dele com a ponta dos dedos, sentindo ele pulsar e endurecer na hora. “Caralho, que pinto grosso”, pensei, o tesão me consumindo. Ele murmurou algo, mas não acordou. Eu me abaixei, o rosto perto daquela cabeça inchada, e soprei devagar, vendo ele dar um salto. Minha boca salivava, querendo chupar tudo.

De repente, os olhos dele se abriram. Eu gelei, mas em vez de pânico, veio um fogo nos olhos dele. “Dona Carla… o que a senhora tá fazendo?”, ele sussurrou, voz rouca de sono e tesão, o pau agora duro como pedra na minha mão. Eu não soltei. “Shh, Pedro, eu vi você assim e… não aguentei. Olha o que você faz comigo”, eu disse, abrindo a camisola devagar, mostrando meus peitos pesados, os mamilos escuros e duros, e depois erguendo a barra pra revelar minha buceta depilada, lips inchados e molhados, pingando de excitação. Ele engoliu em seco, o pau latejando na minha palma. “Porra, dona Carla, você é uma puta safada… o Lucas pode voltar a qualquer hora”, ele disse, mas já tava se sentando, puxando minha cabeça pra baixo. “Então me chupa rápido, antes que ele chegue”, eu implorei, a voz tremendo de tesão e medo. Aquele risco me deixava louca – ser pega pelo meu próprio filho com o pau do amigo na boca? Isso só aumentava o fogo na minha buceta.

Eu engoli o pau dele de uma vez, sentindo a grossura esticar minha garganta, o gosto salgado de suor e pré-gozo na língua. “Ah, caralho, que boquete gostoso, coroa vadia”, ele gemeu, agarrando meu cabelo e fodendo minha boca devagar. Eu chupava com fome, lambendo as veias, sugando as bolas peludas, babando tudo. Minha saliva escorria pelo queixo, misturando com o suor dele. Eu tirava o pau da boca pra lamber a cabeça, circulando a língua no freio, e voltava a engolir fundo, engasgando de propósito pra ele sentir o aperto. “Você gosta de mamar pica de garoto, né? Sua buceta deve tá pingando”, ele provocava, e eu assentia, gemendo com a boca cheia. Tirei a camisola toda, ficando nua, e montei no colchão, esfregando minha buceta molhada na coxa dele enquanto chupava. O atrito no grelo me fazia tremer, e eu gozei um pouquinho ali, um jato quente escorrendo pela perna dele. “Tá gozando só de boquete, sua puta?”, ele riu baixo, mas os olhos cheios de desejo.

Eu não queria parar. Levantei, o pau dele brilhando da minha baba, e sentei na cara dele. “Agora lambe minha buceta, Pedro, me faz gozar na sua boca”. Ele obedeceu na hora, língua grossa invadindo meus lips, chupando o grelo com força, sugando o mel que escorria. Eu rebolava no rosto dele, os peitos balançando, unhas cravando nos ombros musculosos. O cheiro da minha excitação misturado com o suor dele era enlouquecedor. “Porra, que buceta doce e molhada, dona Carla… quero foder você agora”, ele grunhiu, virando meu corpo. Eu fiquei de quatro no colchão, rabada empinada, cuzinho piscando pra ele. “Me fode, vai, arromba essa coroa safada”, eu implorei, olhando pra trás com olhos famintos. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada da buceta e empurrou devagar, me enchendo centímetro por centímetro. “Caralho, que buceta apertada… tá me sugando inteiro”, ele disse, começando a bombar forte.

Cada estocada batia no fundo, o pau grosso esticando minhas paredes, o som de pele batendo ecoando na sala. Eu gemia alto, sem me importar com o risco – “Fode mais forte, Pedro, me faz de puta sua!” – e ele obedecia, agarrando minha cintura, puxando meu cabelo. O suor escorria pelas costas dele, pingando na minha bunda, e eu sentia o pau pulsar dentro de mim, latejando contra o ponto que me faz explodir. Mudei de posição, deitando de costas e abrindo as pernas largas, pra ver o pau entrando e saindo, coberto de creme branco da minha gozada. “Olha como você me lambuza, safado… agora chupa meus peitos enquanto fode”. Ele se debruçou, mamando um mamilo com força, mordendo de leve, enquanto metia ritmado, o colchão rangendo. Minha buceta apertava em volta dele, e eu gozei forte, jorrando em volta do pau, molhando tudo. “Tá gozando na minha pica, coroa? Que vadia!”, ele ria, mas acelerava, o tesão nos olhos.

Mas eu queria mais. Queria o proibido total. “Pedro, me fode o cu… arromba meu cuzinho com essa pica grossa”, eu sussurrei, virando de bruços e abrindo as nádegas. Ele hesitou um segundo – “Dona Carla, o Lucas…” – mas o pau dele traiu, latejando mais. Cuspi na mão e lambuzei o cuzinho, sentindo o buraco piscar de expectativa. Ele posicionou, empurrando devagar, a cabeça grossa forçando entrada. Doía um pouco no começo, mas o tesão era maior, e eu empinei mais. “Vai, enfia tudo, me faz sentir cheia”. Ele meteu até o talo, gemendo rouco, e começou a foder o cu devagar, depois mais rápido. “Porra, que cu apertado e quente… você é uma anal viciada, né?”. Eu assentia, masturbando o grelo enquanto ele arrombava, o pau deslizando no cuzinho lubrificado pelo suor e creme da buceta. O prazer era insano, ondas de tesão subindo pela espinha, e eu gozei de novo, o cu apertando ele como um punho.

A gente tava suado, ofegante, o cheiro de sexo preenchendo a sala. Ele me virou pra cavalgada, eu montando no pau dele, agora no cu de novo, rebolando devagar pra sentir cada veia. “Cavalguei você até gozar dentro, Pedro… enche meu cu de leite quente”. Ele agarrava minha rabada, batendo na bunda, deixando marcas vermelhas. “Tá louca pra ser cheia, sua puta coroa?”. Eu acelerava, os peitos quicando na cara dele, e ele mamava um enquanto eu descia forte. O risco batia na porta da minha mente – o Lucas podia chegar, ouvir os gemidos, ver a mãe sendo fodida pelo amigo. Isso me fazia gozar mais, o corpo tremendo. “Me fode contra a parede agora”, eu ordenei, levantando. Ele me ergueu, pernas em volta da cintura, pau voltando pra buceta, me encostando na parede da sala. Estocadas brutas, o corpo dele colado no meu, suor misturando, línguas se enroscando em beijos famintos.

Eu sentia ele inchando dentro de mim, pronto pra gozar. “Goza na minha buceta, Pedro, me enche de porra quente”, eu implorei, cravando unhas nas costas dele. Ele acelerou, grunhindo “Tô gozando, caralho… toma tudo!”, e jorrou dentro, o pau pulsando, leite quente inundando minhas paredes. Eu gozei junto, buceta apertando, leite escorrendo pelas coxas. A gente desabou no colchão, ofegantes, corpos grudados de suor e gozo. Mas aí, o som da chave na porta – o Lucas voltando. Pânico misturado com tesão residual. “Rápido, se esconde!”, eu sussurrei, mas em vez de medo puro, veio uma ideia safada. Pedro se cobriu com o lençol, pau ainda meio duro, e eu vesti a camisola rápido, buceta pingando porra.

O Lucas entrou, cheirando a cerveja. “Mãe, o Pedro tá dormindo ainda?”. Eu sorri, pernas tremendo. “Tá, filho, mas eu cuidei dele direitinho”. Pedro piscou pra mim debaixo do lençol, e eu senti o tesão voltando. Naquela noite, depois que o Lucas dormiu, eu voltei pra sala. Pedro tava acordado, pau duro de novo. “Você é insaciável, coroa”, ele disse. Eu montei nele silenciosamente, buceta engolindo o pau, rebolando devagar pra não acordar ninguém. Fodemos quietos, gemidos abafados, gozando juntos em silêncio, o risco nos deixando loucos.

Mas não parou aí. No dia seguinte, o Lucas saiu pra academia cedo, deixando a gente sozinhos. Eu acordei o Pedro com um boquete matinal, chupando devagar, engolindo o pau até as bolas, sentindo ele endurecer na boca. “Bom dia, safado… quer foder a mãe do seu amigo de novo?”. Ele me jogou na cama do Lucas – putaria máxima – e me comeu de quatro, pau arrombando a buceta enquanto eu mordia o travesseiro pra não gritar. “Imagina se ele souber que tô fodendo você na cama dele”, ele provocava, batendo na bunda. Eu gozei pensando nisso, o tabu me consumindo. Depois, anal na cozinha, eu debruçada na pia, cuzinho engolindo o pau enquanto lavava louça, fingindo normalidade se alguém chegasse.

A vulnerabilidade batia forte nos momentos pós-foda. Deitada com ele no colchão, eu confessava: “Pedro, eu me sinto viva com você, mas e se isso destruir tudo? Meu filho…”. Ele beijava minha testa, pau ainda dentro de mim. “É o risco que torna foda, Carla. Você é a coroa mais safada que eu conheço”. Isso me derretia, misturando amor proibido com tesão puro.

O final de semana escalou. Última noite, Lucas bebendo com amigos no quintal, eu e Pedro no banheiro. Ele me fodeu contra o espelho, pernas no ar, pau no cu, vendo meu rosto contorcido de prazer. “Goza no meu cuzinho, me marca como sua puta”, eu sussurrava. Ele gozou forte, leite escorrendo, e eu lambi tudo, chupando o pau limpo. Mas a surpresa: no dia de ir embora, Pedro me puxou pro carro dele no garage. “Uma rapidinha antes de partir”. Eu sentei no banco, cavalgando o pau dele, vidros embaçados, buceta gozando em jatos. “Volta sempre, Pedro… sua pica é viciante”, eu disse. Ele sorriu: “E você é minha coroa favorita pra arrombar”.

Cara, revivendo isso, minha buceta tá molhada de novo. Foi putaria pura, com risco, tesão e uma conexão que me marcou pra sempre. Se o Lucas soubesse… mas o segredo só aumenta o fogo.

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