17 de dezembro de 2025 contos

AMIGA FLAGRA FODA E VIRA PUTA NO MÉNAGE COM BUCETA E CU ARROMBADOS

Casal
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Amiga pega o casal transando e vira a terceira A melhor amiga da esposa chega sem avisar e flagra o casal fodendo na cama. A esposa, safada, chama: “Para de olhar e vem chupar minha buceta enquanto meu marido me come.” A amiga entra, as duas mulheres se pegam loucamente enquanto o marido fode as duas, trocando de buraco sem parar.

Cara, vou te contar isso como se a gente estivesse bebendo uma cerveja gelada no bar, sem frescura, porque foi a putaria mais insana da minha vida. Eu sou o tipo de cara que sempre foi fiel, mas no fundo, sempre tive essa tara por algo proibido, algo que me fizesse sentir vivo de verdade, com o pau latejando de tesão e o coração acelerado de medo. Minha esposa, a Ana, é uma safada nata. Ela tem uma buceta que parece um vulcão, sempre quente e molhada, e um cu que aperta como se quisesse me sugar inteiro. A gente se casou há uns cinco anos, e o sexo nunca esfriou – pelo contrário, ficava mais sujo a cada dia. Mas nada me preparou para o que rolou naquela noite.

Era uma sexta-feira comum, eu tinha chegado do trabalho cansado pra caralho, mas o tesão bateu forte quando vi Ana na cozinha, de shortinho curto, a bunda rabuda balançando enquanto ela mexia no fogão. Eu não aguentei: agarrei ela pela cintura, virei de frente e já meti a mão por dentro da calcinha. “Tô com o pau duro pra você desde o almoço, amor”, eu disse, sentindo a buceta dela já pingando nos meus dedos. Ela gemeu baixinho, se esfregando em mim: “Então me fode agora, vai, não aguento mais esperar.” A gente nem chegou na sala – fomos direto pro quarto, rasgando as roupas no caminho. Eu joguei ela na cama de bruços, puxei o short pra baixo e enfiei a língua no cu dela, lambendo devagar, sentindo o cheiro de suor misturado com o perfume dela. Ana rebolava, gemendo: “Ah, caralho, lambe meu cuzinho, vai, me deixa molhada pra você meter.”

Meu pau já tava latejando, duro como pedra, vazando pré-gozo na cueca. Eu me posicionei atrás dela, de quatro, e enfiei devagar na buceta, sentindo as paredes quentes apertando em volta. “Que buceta gostosa, porra”, eu grunhi, socando devagar no começo, pra sentir cada centímetro. Ana gritava: “Mais forte, me arromba, vai!” Eu acelerei, o som de pele batendo em pele ecoando no quarto, suor escorrendo pelas minhas costas. A gente tava no auge, eu metendo como um animal, quando de repente ouvi a porta da frente abrindo. “Merda”, pensei, mas não parei – o tesão era maior que o medo.

Era a Júlia, a melhor amiga da Ana. Elas se conhecem desde a faculdade, e Júlia é uma gata, com peitos grandes e uma bunda que faz qualquer pau pulsar. Ela sempre vinha em casa sem avisar, mas daquela vez, ela entrou no quarto sem bater, provavelmente achando que a gente tava vendo TV ou algo assim. Ela parou na porta, olhos arregalados, vendo eu socando na buceta da Ana, os gemidos altos enchendo o ar. Eu congelei por um segundo, o pau ainda dentro, latejando. Ana, em vez de se cobrir, olhou pra Júlia com um sorriso safado e disse: “Para de olhar e vem chupar minha buceta enquanto meu marido me come.”

Eu juro, brother, meu pau deu um pulo dentro dela. Júlia hesitou por um instante, mordendo o lábio, mas vi o tesão nos olhos dela. Ela era solteira há meses, e eu sempre soube que tinha uma queda pela Ana – elas já tinham se beijado bêbadas em festas. Ela fechou a porta atrás de si, trancando, e veio devagar, tirando a blusa no caminho. “Vocês são loucos”, ela murmurou, mas já tava se ajoelhando na cama, os olhos fixos na buceta da Ana, onde meu pau entrava e saía, lambuzado de mel. Ana esticou a mão, puxando Júlia pra perto: “Vem, chupa meu grelo enquanto ele me fode. Quero gozar na tua boca.”

Júlia obedeceu, deitando de lado e enfiando a língua na buceta da Ana, lambendo o grelo inchado enquanto eu continuava socando. O cheiro de buceta molhada invadiu o quarto, misturado com suor e tesão. Meu pau escorregava pra dentro e pra fora, sentindo a língua da Júlia roçando na base dele. “Porra, que delícia”, eu gemi, acelerando as estocadas. Ana gritava: “Ah, sim, chupa, Júlia, lambe minha buceta enquanto ele me arromba!” As duas começaram a se beijar loucamente, línguas se entrelaçando, enquanto eu fodia a Ana com força. Júlia gemia no beijo, a mão dela descendo pra própria buceta, se masturbando.

Não aguentei mais – tirei o pau da buceta da Ana, todo melado, e ofereci pra Júlia: “Chupa meu pau, vai, prova o gosto da buceta da tua amiga.” Ela não pensou duas vezes: abriu a boca e engoliu inteiro, a garganta apertando em volta, saliva escorrendo pelos cantos. Eu segurei a cabeça dela, fodendo a boca devagar, sentindo os engasgos. “Mamam gostoso, puta”, eu disse, o tesão me deixando sem filtro. Ana assistia, lambendo os lábios: “Engole tudo, Júlia, faz ele gozar na tua garganta.” Júlia mamava com vontade, a língua rodando na cabeça do pau, chupando as bolas, até que eu senti o gozo subindo. “Vou gozar, caralho!” Eu explodi na boca dela, jatos de leite quente enchendo a garganta, ela engolindo tudo, sem desperdiçar uma gota.

Mas o pau nem amoleceu – o tesão era tanto que fiquei duro na hora. Ana puxou Júlia pra cima dela, as duas se pegando como loucas, peitos se esfregando, bucetas se roçando. “Me come agora, amor”, Ana pediu, abrindo as pernas. Eu me posicionei, enfiando na buceta dela de novo, enquanto Júlia sentava no rosto da Ana, rebolando: “Lambe minha buceta, Ana, me faz gozar.” O quarto tava um caos de gemidos, o cheiro de sexo impregnado no ar. Eu fodia a Ana com brutalidade, o pau latejando, sentindo ela apertar em volta. Júlia gemia alto, esfregando o grelo na língua da Ana: “Ah, sim, lambe, chupa meu cuzinho também!”

Troquei de buraco sem avisar – tirei da buceta da Ana e enfiei na da Júlia, que tava ali pertinho, molhada e aberta. “Porra, que buceta apertada”, eu grunhi, socando forte. Júlia gritou de prazer: “Me fode, vai, arromba minha buceta!” Ana, embaixo, lambia minhas bolas enquanto eu metia na amiga. O risco me excitava – e se alguém mais chegasse? A porta da casa tava trancada, mas o vizinho podia ouvir os gritos. Eu não ligava, só queria foder mais.

Depois de uns minutos, Ana pediu: “Agora no cu, amor. Quero sentir você me arrombando o cuzinho enquanto Júlia me chupa.” Meu pau pulsou só de ouvir. Eu cuspi na entrada do cu dela, espalhando com o dedo, sentindo o anel apertado. “Relaxa, safada”, eu disse, enfiando devagar. Ana gemeu rouco: “Ah, caralho, dói, mas é bom… mete mais!” Júlia desceu, lambendo a buceta da Ana enquanto eu entrava no cu, centímetro por centímetro. Quando tava todo dentro, comecei a socar, devagar no início, depois brutal, o som de pau batendo na bunda ecoando. “Que cuzinho gostoso, aperta meu pau todo”, eu gemi. Ana tremia, gozando esguichando na boca da Júlia: “Tô gozando, porra, não para!”

Júlia bebia o esguicho, lambuzada, e então pediu: “Agora no meu cu. Quero sentir esse pau arrombando.” Eu tirei do cu da Ana, todo melado, e mirei no cuzinho da Júlia. Ela tava de quatro agora, ao lado da Ana, as duas se beijando. Enfiei devagar, sentindo a resistência: “Relaxa, vai, abre pra mim.” Júlia gritou: “Ah, fode, me arromba o cu!” Eu socava forte, alternando entre o cu dela e a buceta da Ana, trocando de buraco sem parar. O suor escorria, os corpos colados, gemidos misturados. “Vocês são putas perfeitas”, eu disse, o tesão me dominando.

Eu gozei de novo, dessa vez no cu da Júlia, enchendo de leite quente, sentindo pulsar dentro. Ela rebolava, gemendo: “Sente meu cu apertando teu pau, vai, esporra tudo!” Tirei e lambuzei as duas com o resto, gozo pingando nas bundas. Mas não paramos – Ana cavalgou em mim agora, o pau na buceta, rebolando como louca, enquanto Júlia chupava os peitos dela. “Cavalga, safada, sente meu pau latejando”, eu ordenei, batendo na bunda. Júlia se juntou, sentando no meu rosto: “Lambe minha buceta, me faz esguichar.” Eu lambia, sentindo o gosto salgado, o grelo inchado na língua.

A gente trocou posições mil vezes: de lado, contra a parede do quarto, eu fodendo a Ana enquanto ela chupava a buceta da Júlia; depois, as duas de quatro, eu alternando cus e bucetas, socando sem piedade. O risco tava ali – a Júlia era como família, melhor amiga, e se isso vazasse? Eu confessava pra mim mesmo: “Eu sabia que era errado, que podia foder tudo, mas não conseguia parar. O tesão era maior, uma obsessão doentia por aquelas bucetas e cus.” Eu me sentia culpado, mas o medo só aumentava o prazer, como se cada estocada fosse um pecado que eu queria repetir.

Júlia gozou esguichando na minha cara, o líquido quente pingando no peito: “Ah, caralho, tô esguichando tudo!” Ana ria, safada: “Agora goza no meu cu, amor, me enche de leite.” Eu obedeci, enfiando no cuzinho dela de novo, socando até gozar pela terceira vez, jatos pulsando dentro, vazando pra fora. A gente caiu na cama, suados, ofegantes, corpos tremendo. Mas o final veio com uma reviravolta: Júlia, ainda ofegante, disse: “Isso não pode parar aqui. Quero mais, vocês dois me fodendo sempre.” Ana sorriu: “Então vem morar com a gente, puta. Vamos fazer ménage todo dia.”

Brother, foi isso. Meu pau fica duro só de lembrar, e minha mente tá fodida pra sempre. A gente continua, mais sujo que nunca, e eu não troco por nada.

Continuando a confissão, porque essa putaria não acabou ali. Depois daquela noite, o tesão virou vício. No dia seguinte, acordei com Ana chupando meu pau devagar, a boca quente envolvendo tudo, saliva escorrendo pelas bolas. Júlia tava do lado, dormindo nua, a bunda virada pra mim. Eu gemi baixinho: “Chupa mais, amor, acorda a Júlia com teu gemido.” Ana acelerou a mamada, engolindo fundo, a garganta apertando, até que Júlia acordou, sorrindo safada: “Bom dia com boquete? Quero também.” Ela se juntou, as duas lambendo meu pau juntas, línguas se tocando na cabeça, chupando as bolas alternadamente.

Meu pau latejava, duro pra caralho. “Vocês vão me matar de tesão”, eu disse, puxando as duas pra cima. Ana sentou na minha cara, rebolando a buceta molhada na língua, enquanto Júlia cavalgava no pau, quicando forte. “Ah, sim, cavalga, sente meu pau arrombando tua buceta”, eu gemi, lambendo o grelo da Ana, sentindo ela pingar na minha boca. Júlia rebolava, gemendo: “Tô latejando, vai, me faz gozar!” Ela acelerou, o som de buceta batendo no pau enchendo o quarto, até esguichar, molhando minha barriga.

Troquei: agora Júlia no rosto, Ana no pau. “Me fode de quatro agora”, Ana pediu, se posicionando. Eu me ajoelhei atrás, enfiando na buceta devagar, sentindo as paredes quentes. Júlia assistia, se masturbando: “Soca forte nela, vai.” Eu acelerei, batendo na bunda, o cheiro de suor e buceta no ar. “Que rabuda gostosa”, eu grunhi, enfiando um dedo no cu dela. Ana gritou: “Mete no cu, amor, arromba!” Cuspi e enfiei o pau, devagar, depois brutal, socando até o talo. Júlia veio por baixo, chupando as bolas enquanto eu fodía o cu.

O risco voltou – o telefone tocou, era a mãe da Ana, mas a gente ignorou, gemendo alto. “E se ela viesse aqui?”, pensei, mas o tesão venceu. Eu gozei no cu da Ana, leite vazando, lambuzando tudo. Júlia lambeu, chupando o gozo do cu: “Delícia, prova teu leite misturado.” A gente riu, mas no fundo eu confessava: “Eu tô obcecado, brother. Medo de perder tudo, mas não paro. É uma paixão doente por essa putaria.”

Dias depois, no sofá da sala, com a janela aberta – risco de vizinho ver. Júlia chupava meu pau, boquete guloso, engasgando, enquanto Ana sentava no meu rosto. “Mamam, engole tudo”, eu ordenei. Depois, fodi as duas contra a parede, alternando bucetas, cus, gozando na cara delas. “Lambuzem uma na outra”, eu disse, vendo elas se beijarem com gozo na boca.

Uma semana depois, no banheiro, as três pelados no chuveiro. Água quente caindo, eu socando na buceta da Júlia de pé, Ana lambendo o cu dela por trás. “Me arromba, vai”, Júlia gemia. Troquei pro cu, socando forte, água misturando com mel e suor. Ana se masturbava, gozando esguichando no chão. Eu gozei dentro, pulsando.

O tabu crescia – Júlia era como irmã pra Ana, e eu me sentia culpado, mas o tesão era visceral. “Eu sei que é proibido, mas quero mais”, confessava pra mim mesmo. Final: uma noite, Júlia trouxe uma amiga dela, prometendo mais putaria. “Vamos foder em quatro”, ela disse. Minha mente explodiu – promessa de mais tesão insano.

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