ARROMBANDO A NORA COM O SOGRO NO QUARTINHO, SOGRA DEDANDO E GOZADA NA CARA DELA
Churrasco só dos três + nora O namorado não pode ir no churrasco familiar por causa do trabalho. Ficam só sogro gato, sogra safada, o amigo do namorado (convidado) e a nora. Depois de muita bebida, a sogra começa a provocar os dois homens na frente da nora. Ela manda: “Mostrem pra minha nora o que é rola de homem de verdade.” Os dois tiram a nora pro quartinho dos fundos e, com a sogra assistindo e dedando a própria buceta, fodem a nora de todos os jeitos até gozar na cara dela.
Cara, vou te contar essa putaria que rolou comigo, e juro que é verdade, tá? Tipo, eu sou o amigo do namorado dela, o cara que foi convidado pro churrasco só pra completar o time, sabe? Meu brother, o namorado da nora, me chamou porque tava atolado no trampo e não queria deixar a família na mão. Eu, solteiro, sem nada pra fazer num domingo à tarde, topei na hora. Mal sabia que ia acabar metendo na nora dele, com o sogro dela junto, enquanto a sogra assistia tudo se masturbando. Foi foda, brother, no sentido literal. Meu pau fica duro só de lembrar, e olha que eu já bati punheta umas dez vezes pensando nisso.
Cheguei lá na casa deles, uma chácara simples, com piscina e churrasqueira nos fundos. O sogro, um cara gato pra caralho, daqueles maduros com barba grisalha, corpo malhado de quem pega peso, tava no comando da carne. Ele me cumprimentou com um tapa nas costas, rindo alto, e já me enfiou uma cerveja na mão. A sogra, ah, a sogra safada… Ela era uma mulherona, curvas pra todo lado, peito grande, bunda empinada, cabelo preto comprido e um sorriso que dizia “eu sei o que você quer”. Vestia um shortinho jeans apertado que marcava a buceta, e uma blusinha decotada que deixava os mamilos quase aparecendo. A nora, putz, a nora era o prêmio. Rabuda, peituda, com uma carinha inocente mas olhos de quem já chupou pau escondido. Cabelo loiro cacheado, lábios carnudos, e um vestido florido que grudava no corpo suado pelo calor.
Começamos a beber logo, cerveja gelada descendo que nem água. O sogro contava piadas sujas, daquelas que fazem todo mundo rir nervoso. A sogra ria alto, batendo na coxa dele, e eu via os olhares que ela trocava com ele – tesão puro ali. A nora ficava quietinha no começo, bebendo devagar, mas depois de umas três latas, ela começou a soltar a língua. Falava do namorado ausente, rindo de como ele era certinho no trabalho, mas eu sentia um cheiro de insatisfação no ar. Tipo, ela olhava pro sogro com um respeito misturado com algo mais, e pra mim… bom, eu era o estranho, o amigo, então ela me provocava sutil, roçando o braço no meu quando pegava carne no prato.
A bebida rolou solta, brother. Depois de umas horas, a mesa tava cheia de garrafas vazias, e o sol já baixava. A sogra, com a voz arrastada pelo álcool, começou a provocar de verdade. Ela se levantou, rebolando a bunda, e disse pro sogro: “Amor, lembra daquela vez que a gente fodeu aqui na churrasqueira? Eu tava de quatro, você socando forte, e eu gemendo alto pros vizinhos ouvirem.” O sogro riu, apertando a coxa dela, e eu fiquei sem graça, mas meu pau já endurecia na cueca. A nora corou, mas não desviou o olhar – na verdade, ela mordeu o lábio, como se estivesse imaginando.
Aí a sogra virou pra gente, eu e o sogro, e disse: “Vocês dois são uns gatos, hein? Minha nora aqui tá precisando ver o que é rola de homem de verdade. O namorado dela é bonzinho, mas aposto que não tem pau como o de vocês.” Eu engasguei com a cerveja, brother. O sogro piscou pra mim, como se isso fosse normal na família deles. A nora riu nervosa, mas não negou – ela só disse: “Mãe, para com isso, tá louca?” Mas a sogra insistiu: “Mostrem pra minha nora o que é rola de homem de verdade.” E aí, cara, o clima mudou. O sogro se levantou, pau já marcando na bermuda, e me chamou: “Vem, amigo, vamos mostrar pra ela.”
Eles me arrastaram pro quartinho dos fundos, um depósito bagunçado com ferramentas e colchão velho no chão. A nora veio junto, protestando de leve, mas com os olhos brilhando de tesão. A sogra fechou a porta, mas deixou entreaberta – risco de alguém passar e ver, tipo o vizinho ou até o namorado ligando de repente. Meu coração batia forte, eu sabia que era errado pra caralho, traindo meu brother assim, mas o tesão era maior. Eu tava obcecado pela nora desde que cheguei, imaginando aquela buceta molhada embaixo do vestido.
No quartinho, a sogra se encostou na parede, já enfiando a mão no short, dedando a própria buceta enquanto assistia. “Vai, meninos, tirem a roupa dela. Quero ver vocês fodendo minha nora como puta.” O sogro, sem cerimônia, puxou o vestido da nora por cima, revelando calcinha branca enfiada na bunda rabuda e sutiã apertado nos peitos grandes. Ela gemeu baixinho, tremendo, mas não resistiu. Eu me aproximei, cheirando o suor dela misturado com perfume, e beijei o pescoço enquanto o sogro apertava os peitos.
Começamos devagar, flertando com toques. Eu lambi o mamilo dela, sentindo ele endurecer na língua, enquanto o sogro chupava o outro. Ela gemia: “Ah, pai… amigo… isso é loucura.” Mas tava molhada, eu sentia o cheiro de buceta excitada no ar. A sogra ria rouco: “Chupa os peitos dela, vai. Faz ela pingar.” Eu desci a mão, enfiei na calcinha, e toquei o grelo inchado. Ela tava ensopada, brother, buceta quente e pegajosa. Dedilhei devagar, sentindo ela pulsar no meu dedo.
A escalada veio natural. A nora se ajoelhou no colchão sujo, olhos vidrados no pau do sogro e no meu. O sogro tirou a bermuda primeiro, pau grosso, veias latejando, cabeçona vermelha. Eu segui, meu pau duro como pedra, pingando pré-gozo. Ela lambeu os lábios e disse: “Quero chupar vocês dois.” Começou pelo sogro, enfiando na boca, chupando devagar, saliva escorrendo pelo queixo. Engasgava quando ele empurrava na garganta, mas não parava – mamava com vontade, gemendo vibrando no pau dele. A sogra dedava mais forte: “Isso, filhinha, mama o pau do teu sogro. Engole tudo.”
Depois ela veio pro meu pau, brother. Sentir aquela boca quente me envolvendo foi o paraíso. Ela chupava alternando, uma mão no pau do sogro, boca no meu, depois invertia. Saliva por todo lado, som de sucção alto, ela engasgando e tossindo, mas pedindo mais: “Me fode a boca, vai.” Eu segurei o cabelo dela e soquei devagar, sentindo a garganta apertar. O sogro ria: “Que boqueteira safada, hein? Melhor que a mãe dela.” A sogra gemeu: “Vou gozar vendo isso.”
Não aguentei muito no boquete. Meu pau latejava tanto que eu avisei: “Vou gozar, caralho.” Ela tirou da boca e disse: “Goza na minha cara.” Eu esporrei forte, jatos grossos acertando o rosto dela, nariz, boca, olhos. Ela lambeu o que pingava, engolindo um pouco, gemendo de prazer. O sogro veio logo depois, gozando no peito dela, leite escorrendo pros mamilos.
Mas isso era só o começo. A nora se deitou no colchão, pernas abertas, buceta exposta, pingando no chão. “Me fode agora”, ela implorou. O sogro foi primeiro, enfiando devagar na buceta molhada. Ela gritou: “Ah, pai, que pau grosso! Me arromba.” Ele socava lento no início, sentindo ela apertar, depois acelerou, pau batendo no fundo, som de carne molhada ecoando. Eu assistia, punhetando meu pau que já endurecia de novo, enquanto a sogra gozava dedando, esguichando um pouco no short.
Troquei com o sogro. Entrei na buceta dela de missionário, sentindo o calor úmido me envolver. Ela rebolava embaixo de mim, unhas nas minhas costas: “Mete forte, amigo do meu namorado. Fode a buceta que ele acha que é só dele.” Eu soquei brutal, alternando com devagar pra provocar, sentindo o grelo roçar no meu pau. Mudamos posição: de quatro, ela empinando a bunda rabuda. O sogro metia por trás, bunda batendo no pau dele, enquanto eu enfiava na boca dela de novo. Dupla penetração na boca e buceta, ela gemendo alto, arriscando os vizinhos ouvirem.
O risco tava ali o tempo todo, brother. A porta entreaberta, som de carros passando na rua, e eu pensando no meu amigo ligando pro celular dela, que tava na mesa lá fora. “E se ele souber?”, eu pensei, mas isso só me deixava mais duro. Eu confessava pra mim mesmo: era errado, taboo pra caralho, fodendo a nora do sogro com ele junto, traindo o brother, mas o tesão era doentio. Eu tava obcecado por aquela buceta, pelo cuzinho piscando enquanto ela era fodida.
Falamos em anal. A sogra mandou: “Agora arromba o cu dela, vai. Quero ver ela gritando.” A nora virou de lado, cuzinho apertado exposto. Eu lambi primeiro, sentindo o gosto salgado, língua enfiando devagar. Ela gemia: “Lambe meu cuzinho, vai. Me prepara pro pau.” O sogro cuspiu no pau e entrou lento, sentindo o anel apertar. Ela gritou de dor e prazer: “Ah, caralho, tá ardendo! Mas não para, soca mais.” Ele acelerou, fodendo o cu com força, pau saindo sujo de lubrificação natural.
Eu troquei, meu pau latejando pro cuzinho dela. Entrei devagar, sentindo o aperto insano, como se fosse me espremer. “Que cu apertado, puta que pariu”, eu disse. Ela rebolava: “Me arromba, vai. Quero sentir você gozando dentro.” Soquei brutal, alternando com o sogro, um no cu, outro na buceta quando ela pediu dupla. Ela gozava esguichando, líquido pingando no colchão, tremendo toda, gritando: “Tô gozando, caralho! Não para!”
Gozei de novo no cu dela, leite enchendo o buraco, escorrendo quando tirei. O sogro gozou na buceta, misturando gozo. A sogra veio, lambendo o gozo da filha, dedando mais. “Delícia, filhinha. Vocês foderam ela bem.”
No final, deitados suados, cheiro de sexo no ar, ela disse: “Isso não pode acabar aqui. Vamos repetir quando meu namorado viajar de novo.” Eu sorri, sabendo que tava fodido – obcecado por essa putaria familiar. Brother, se você soubesse… mas guarde segredo, hein? Meu pau tá duro de novo só de contar.
Depois daquela primeira gozada na cara dela, brother, a gente não parou. A nora tava lambuzada de gozo, rosto brilhando, e ela lambeu os lábios, engolindo o que conseguia. “Mais”, ela pediu, voz rouca. O sogro a pegou no colo, encostou na parede do quartinho, pernas dela enroscadas na cintura dele. Ele meteu na buceta de pé, socando pra cima, sentindo ela escorregar no suor. Eu via o pau dele entrando e saindo, buceta esticada, grelo inchado roçando na base. Ela gemia no ouvido dele: “Pai, me fode assim, contra a parede. Quero sentir teu pau latejando dentro de mim.”
A sogra assistia, short no chão agora, buceta exposta, dedos enfiados fundo, gemendo junto. “Isso, amor, arromba a bucetinha dela. Faz ela esguichar no teu pau.” Eu me aproximei por trás da nora, lambendo o cu enquanto o sogro fodia a buceta. Minha língua no cuzinho dela, sentindo o pulsar, o cheiro de suor e excitação misturado. Ela tremia: “Ah, lambe meu cu enquanto ele me fode. Tô pingando, caralho.”
Mudamos pra cavalgada. A nora montou no sogro no colchão, rebolando no pau dele, peitos balançando. Eu me posicionei atrás, enfiando no cuzinho devagar. Dupla penetração real, brother – pau na buceta e no cu ao mesmo tempo. Ela gritava: “Me enchem, vai! Dois paus me arrombando!” Sentia o pau do sogro roçando no meu através da parede fina, tesão insano. Ela gozou esguichando, molhando a gente todo, corpo convulsionando.
O risco aumentava. Ouvi um barulho lá fora, talvez um carro, e meu coração acelerou. “E se alguém vier?”, eu sussurrei, mas continuei socando. Isso me deixava mais louco – a culpa de trair o amigo, o tabu de foder com a família dele. Eu confessava no calor: “Eu não devia, mas teu cu é viciante. Tô obcecado por te foder assim.”
Mais posições: de lado, eu na buceta, sogro no cu, alternando. Anal forte, cuzinho ardendo, ela pedindo: “Soca mais fundo, quero arder amanhã.” Gozadas múltiplas – eu esporrei na bunda dela, sogro na boca. A sogra gozou vendo, depois lambeu tudo.
No fim, prometemos mais. “Semana que vem, quando ele viajar”, ela disse. Eu saí dali tremendo, pau dolorido, mente fodida. Putaria pura, brother.