ARROMBANDO OS CUZINHOS DAS MINHAS AMIGAS COM STRAP-ON, CHEIRO DE BUCETA SUADA E GOZADAS ESGOTANDO, RISCO DE VIZINHO FLAGRAR PELA PORTA ABERTA
Caixa de brinquedos embaixo da cama As duas amigas chegam de surpresa pra fazer uma visita rápida. A amiga tá no trabalho, mas deixou a porta aberta. Elas entram, veem uma caixa embaixo da cama e abrem: cheia de dildos, algemas e um strap-on. Começam a experimentar, uma colocando o strap-on e fodendo a outra de brincadeira. A dona chega e flagra: “Porra, minhas putinhas… já começaram sem mim? Agora vou arrombar as duas com isso.”
Cara, vou te contar direito, porque essa merda foi a putaria mais insana da minha vida, e eu ainda sinto o pau latejando só de lembrar. Eu sou a dona da casa, tá? Chama eu de Luana, mas isso não importa. O que importa é que eu tenho essa tara do caralho por brinquedos, por dominar, por ver bucetas pingando e cuzinhos se abrindo pra mim. Eu deixei a porta aberta porque sou burra pra caralho, ou talvez no fundo eu quisesse que alguém entrasse e visse a bagunça. As duas amigas eram a Ana e a Bia, aquelas rabudas que eu sempre olhava de lado nas festas. Ana é magrinha, peitinhos pequenos mas uma bunda que rebola como se estivesse pedindo pau o tempo todo. Bia é mais cheia, tetas grandes, grelo que incha rápido quando tá com tesão. Elas eram minhas amigas há anos, mas eu nunca tinha contado sobre minha coleção secreta embaixo da cama.
Eu tava no trabalho, suando pra caralho num dia quente, pensando em voltar pra casa e me masturbar com um daqueles dildos grossos, imaginando exatamente isso: arrombar alguma puta. Quando eu cheguei, ouvi os gemidos da rua. A porta tava entreaberta, como eu tinha deixado, e o risco de algum vizinho passar e ouvir era real – o prédio é daqueles antigos, paredes finas, e o cara do lado é um viúvo que vive bisbilhotando. Meu coração acelerou, o tesão misturado com raiva. Entrei devagar, e lá estavam elas no meu quarto: Ana com o strap-on amarrado na cintura, aquele pau de borracha preto, grosso como meu braço, socando na Bia que tava de quatro na cama, gemendo baixo mas rouco, como se estivesse segurando pra não gritar.
Bia tava com a buceta exposta, pingando, o cheiro de molhado já preenchendo o ar, misturado com suor fresco. Ana ria, mas os olhos dela tavam vidrados, tesão puro. Elas nem me viram no começo. “Porra, minhas putinhas… já começaram sem mim? Agora vou arrombar as duas com isso.” Eu disse exatamente isso, voz grossa, safada, como se fosse um convite que elas não podiam recusar. Elas congelaram, Ana com o strap-on ainda metido na buceta da Bia, que virou o rosto vermelho, mas em vez de vergonha, vi o brilho nos olhos dela – tesão.
“Luana… a gente só tava brincando”, Ana gaguejou, mas não tirou o pau de borracha de dentro da amiga. Bia mordeu o lábio, rebolou um pouco, como se quisesse mais. Eu ri, tirei a blusa devagar, sentindo meus peitos endurecendo os bicos. “Brincando? Vocês tavam fodendo como putas no meu quarto. Agora é minha vez.” Eu me aproximei, peguei o rosto da Ana e beijei ela forte, língua invadindo, sentindo o gosto de saliva misturada com o cheiro da buceta da Bia que ela provavelmente já tinha lambido antes. Bia gemeu, “Vem, Luana, tô molhada pra caralho, me ajuda aqui.”
Comecei devagar, pra escalar o tesão. Tirei o strap-on da Ana, sentindo o pau de borracha escorregadio do suco da Bia. “Deita aí, Ana. Vou te mostrar como se usa isso direito.” Ela obedeceu, deitando de costas, pernas abertas, buceta raspadinha brilhando. Eu me ajoelhei entre as pernas dela, cheirei primeiro – aquele cheiro forte de mulher excitada, suor e tesão – e lambi devagar o grelo inchado. Ana arqueou as costas, “Ah, caralho, chupa mais, vai.” Minha língua rodava no grelo, sugando, sentindo ele pulsar na boca. Bia veio por trás, mãos nos meus peitos, apertando, beijando meu pescoço. “Você é safada pra caralho, Luana. Sempre soube que tinha isso em você.”
O flerte virou toque rápido. Eu enfiei dois dedos na buceta da Ana, sentindo as paredes quentes apertando, molhada como se estivesse chovendo lá dentro. Ela gemia, “Mete mais, fode minha buceta.” Bia desceu, lambeu meu cu enquanto eu chupava a Ana, língua circulando o cuzinho apertado, me deixando latejando de tesão. Eu confesso, brother, nesse momento eu me sentia culpada – Ana era a namorada do meu irmão, caralho. Tabu do caralho, eu sabia que era errado, que se ele soubesse ia me matar, mas o tesão era maior. Eu queria arrombar ela, fazer ela gozar gritando, esquecer tudo.
Escaladei pro boquete. Tirei os dedos da Ana, peguei um dildo da caixa – um daqueles vermelhos, veias salientes, grosso. “Chupa isso, puta. Imagina que é pau de verdade.” Ana pegou, enfiou na boca, saliva escorrendo, engasgando um pouco quando empurrei mais fundo. “Isso, mama gostoso, engole tudo.” Bia ria, mas tava com tesão, masturbando o grelo enquanto via. Eu troquei, peguei o strap-on e amarrei na cintura. O pau de borracha balançando, duro, pronto. “Agora você, Bia. De joelhos, chupa meu pau.”
Bia obedeceu, boca quente envolvendo o dildo, sugando como se fosse real, saliva pingando no chão. Eu segurei a cabeça dela, fodi a boca devagar, sentindo o strap-on pressionar meu grelo a cada movimento. “Boa menina, mama até o fundo, engasga pra mim.” Ela engasgou, olhos lacrimejando, mas continuou, gemendo. Ana veio, lambeu as bolas de borracha, as duas me chupando juntas, línguas se tocando. O som era delicioso – sucção molhada, gemidos abafados, respiração pesada. Meu grelo latejava, eu tava pingando por baixo do strap-on.
Não aguentei mais o lento. “De quatro, as duas. Vou foder vocês agora.” Elas se posicionaram lado a lado na cama, bundas empinadas, cuzinhos piscando. Comecei com a Ana, buceta molhada aberta. Enfiei o strap-on devagar, sentindo a resistência, depois socando forte. “Ah, caralho, tá arrombando minha buceta!”, ela gritou, rebolando. O pau entrava e saía, batendo no fundo, som de carne molhada se chocando. Bia gemia ao lado, dedos na própria buceta. “Minha vez, Luana, me fode também.” Troquei, meti na Bia, que era mais apertada, cuzinho perto, tentador. Fodi ela de quatro, mãos na bunda, apertando, sentindo o suor escorrendo.
Alternei o ritmo: lento, provocante, girando o quadril pra roçar o grelo delas, depois brutal, socando como se quisesse quebrar. “Tô pingando, mete mais forte, caralho!”, Bia implorou. Ana gozou primeiro, esguichando no strap-on, líquido quente espirrando nas minhas coxas. “Ahhh, tô gozando, porra!” Ela tremia, corpo convulsionando. Eu não parei, continuei fodendo a Bia, que veio logo depois, grelo inchado roçando no pau de borracha.
Agora o anal, obrigatório, visceral. Peguei lubrificante da caixa – sempre tenho, porque adoro arrombar cuzinho. “Quem primeiro? Vocês vão sentir arder.” Ana, safada, “Eu, arromba meu cu, vai, quero latejar depois.” Posicionei ela de lado, perna levantada, cuzinho rosado apertado. Enfiei devagar, ponta do strap-on pressionando, ela gemendo de dor e prazer. “Devagar, caralho, tá grosso.” Mas depois que entrou, socada forte, eu metendo fundo, sentindo o cu apertar o pau. “Isso, soca no meu cuzinho, fode como puta!” O cheiro agora era de suor, gozo e cu – cru, real.
Bia via, masturbando, “Minha vez, quero gozar com pau no cu.” Troquei, arrombei o cuzinho dela, entrada lenta, depois desesperada, socando até as bolas baterem na bunda. Ela gritava, “Ah, tá arrombando, vai, me enche!” Eu gozei também, o strap-on friccionando meu grelo, esguichando no chão, tremendo. Gozadas múltiplas: Ana gozou de novo, mão no grelo enquanto eu fodava o cu; Bia esporrou, leite dela pingando.
Usamos algemas: prendi as mãos da Ana nas costas, fodi ela contra a parede, pau no cu, risco da porta aberta – ouvi passos no corredor, vizinho talvez, mas o tesão era maior. “Se alguém entrar, vai ver a putaria”, eu disse, rindo, mas com medo no fundo. Bia cavalgou em mim depois, strap-on na buceta, rebolando, tetas balançando, eu mamando nelas, mordendo os bicos duros.
Diálogos voavam: “Chupa minha buceta até eu esguichar na tua cara”, Bia mandou, e eu fiz, lambendo tudo, engolindo o gozo doce. “Me arromba o cu mais forte, quero sentir pulsar amanhã”, Ana pediu, e eu socava, sentindo o cu latejar no pau. “Tô com tesão do caralho, vocês são putas perfeitas”, eu confessei, voz entrecortada.
Emocional: eu sabia que era errado, Ana sendo cunhada – namorada do meu irmão, caralho. Obsessão doentia, eu sonhava com isso há meses, medo de perder tudo, mas não parava. “Eu não consigo parar, vocês me deixam louca”, eu disse, metendo nela, suor colando nossos corpos.
Mais posições: de lado, eu no meio, Ana lambendo minha buceta enquanto Bia me fodia com outro dildo. Contra a parede, pernas no ombro, anal profundo. Cavalgada reversa, bunda rebolando no pau, gemidos altos – “Grita mais, puta, quero que o vizinho ouça.”
Sensoriais: cheiro de buceta molhada por todo lado, suor escorrendo nas costas, gozo lambuzando as coxas. Som de pau batendo na bunda, ploc ploc molhado, gemidos roucos virando gritos. Textura: pele suada grudando, grelo inchado na língua, pau pulsando no cu apertado, latejando.
Fodemos por horas, corpos tremendo, suados, exaustos mas com tesão. Gozei umas quatro vezes, elas mais. Final: quando achávamos que acabou, ouvi a chave na porta – meu irmão chegando cedo! Pânico, mas tesão. “Porra, ele tá vindo!”, Ana sussurrou, olhos arregalados. Escondemos os brinquedos rápido, mas o cheiro tava no ar. Ele entrou, viu nós três vermelhas, suadas. “Que porra é essa?” Mas em vez de briga, vi o pau dele endurecendo na calça. “Quer entrar na putaria?”, eu disse, safada. Promessa de mais: agora é grupo, brother. Minha mente fodida pra sempre.
Continuando o conto, porque essa merda não acaba aí, brother. Depois que meu irmão entrou, o ar ficou carregado de tesão e tensão. Ele é o tipo de cara que sempre fingiu ser certinho, mas eu sabia que no fundo ele tinha taras iguais às minhas. Viu Ana, a namorada dele, com a buceta ainda vermelha de tanto foder, e os olhos dele brilharam. “Vocês tavam… fodendo aqui?”, ele perguntou, voz rouca, mas o pau já duro marcando a calça. Ana mordeu o lábio, “Amor, foi brincadeira… mas agora que você tá aqui, vem me foder também.”
Eu ri por dentro, confesso que o tabu me deixou mais molhada. Meu irmão, caralho, vendo a irmã arrombar a namorada dele. Vulnerabilidade total: eu me sentia suja, obcecada, mas o tesão era viciante. “Vem, mano, experimenta o strap-on na Bia enquanto eu cuido da Ana.” Ele hesitou, mas tirou a calça, pau verdadeiro pulando pra fora, grosso, veias latejando. “Porra, Luana, isso é loucura”, ele disse, mas já tava pegando a Bia de quatro, metendo na buceta dela sem dó.
Ana veio pra mim, “Me chupa de novo, quero gozar na tua boca enquanto ele fode ela.” Eu deitei, ela sentou na minha cara, buceta pingando direto na língua. Lambi o grelo, sugando, sentindo o sabor salgado de gozo antigo misturado com novo tesão. Ao lado, meu irmão socava na Bia, “Tá apertada, caralho, rebola mais.” O som era sinfonia de putaria: gemidos, pau batendo, respiração ofegante. Cheiro agora incluía pau de homem, suor masculino, gozo fresco.
Escaladei de novo: boquete no pau dele. Bia e Ana se ajoelharam, mamando juntas, saliva escorrendo, engasgando. “Chupa até o fundo, putas”, ele mandou, segurando as cabeças. Eu via, masturbando, grelo latejando. Depois, anal nele – não, nele não, mas na Ana com o pau dele. “Arromba meu cu, amor”, ela pediu, e ele meteu devagar, cuzinho se abrindo, ela gritando de prazer. Eu usei o strap-on na Bia ao lado, sincronizando as socadas.
Gozadas: ele gozou primeiro na cara da Bia, leite quente esporrando, ela engolindo o que caía na boca. “Lambuza tudo, vai.” Ana esguichou na minha cara, líquido quente me cegando momentaneamente. Eu gozei friccionando o grelo no strap-on, tremendo. Meu irmão, safado, “Agora você, Luana. Deixa eu te foder.” Tabu máximo: irmão metendo na irmã. Eu hesitei, culpa batendo, mas o tesão ganhou. “Mete devagar, caralho, sou virgem aí.” Mentira, mas o risco… Porta ainda aberta, vizinho podia entrar a qualquer momento.
Ele meteu na minha buceta, pau latejando dentro, paredes apertando. “Tá molhada pra caralho, mana.” Socadas brutais, eu gemendo alto, “Fode mais, arromba!” As meninas lambiam meus peitos, dedos no meu cu. Gozei esguichando no pau dele, ele puxou e gozou no meu cu, leite pingando.
Mais posições: cavalgada no pau dele, rebolando, sentindo pulsar. De quatro, ele no cu da Ana, eu no dela com dildo duplo. Contra a parede, risco alto, gemidos ecoando no corredor.
Sensoriais: textura do pau real, veias roçando, cu apertando. Cheiro de gozo homem-mulher misturado, suor grudando tudo. Som de corpos colidindo, gritos sem controle.
Emocional: “Eu sei que é errado, mano, mas te foder é viciante”, eu confessei, olhos nos dele. Obsessão, medo de família descobrir, mas promessa: “Amanhã repetimos, com mais brinquedos.”
Final: reviravolta – vizinho bateu na porta, “Tudo bem aí? Ouvi gritos.” Nós rimos, suados, gozados, e eu gritei “Tudo ótimo, só uma festa!” Mas no fundo, sabíamos que ele suspeitava. Putaria eterna, brother. Minha vida mudou, pau duro pra sempre pensando nisso.