11 de novembro de 2025 contos

BOQUETEIRA ARROMBADA EM ORGIA CASEIRA: NANDA CHUPANDO PAUS SUADOS NA SALA, ABRINDO O CU NO SOFÁ

Casal
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Eu tô aqui na cozinha, virando as carnes na grelha, o cheiro de picanha assando misturado com carvão queimando invadindo a casa toda, enquanto o sol da tarde entra pela janela e o suor já escorre pela minha nuca. Convidei os amigos do marido pra um churrasco caseiro, tipo uma reunião simples de fim de semana, com cerveja gelada na geladeira e música baixinha tocando no fundo. Meu marido tá lá fora virando as linguiças, rindo com o Zé e o Marcos, mas eu, Nanda, dona de casa safada que ninguém imagina, já sinto a buceta pingando só de olhar pros paus deles marcando nas bermudas. Eu visto um shortinho jeans apertado que marca minha bunda rabuda, e uma blusinha fina sem sutiã, os bicos dos peitos já durinhos de tesão. Pego mais uma Brahma gelada da geladeira, o gargalo frio escorrendo água no meu decote, e vou pra sala servindo os caras, que já tão sentados no sofá velho, suados do calor, bebendo e comentando o jogo.

“Zé, toma aqui, geladinha pra refrescar esse pau suado aí”, eu digo rindo, mas já me abaixando devagar na frente dele, sentindo o cheiro de homem misturado com cerveja e churrasco. Ele ri, acha graça, mas quando eu abro o zíper da bermuda dele e tiro aquele pinto grosso pra fora, latejando e já meio duro, o clima muda. “Puta que pariu, Nanda, você tá louca?”, ele murmura, mas não para, só abre mais as pernas no sofá. Eu engulo o caralho dele de uma vez, sentindo o gosto salgado de suor e pré-gozada na língua, chupando forte como uma boqueteira profissional, a boca lambuzada enquanto a saliva escorre pelo queixo. O som de sucção ecoa na sala, misturado com o barulho da grelha lá fora e as risadas do meu marido que nem imagina. Meu coração acelera de risco e culpa, mas o tesão é maior, a buceta molhada encharcando a calcinha fina.

Marcos tá do lado, olhos arregalados, pau já duro na calça. “Vem cá, seu safado, me dá esse pinto pra eu mamar também”, eu falo tirando a boca do Zé por um segundo, a baba pingando no chão. Ele obedece, abre a braguilha e eu alterno, chupando um depois o outro, as mãos massageando as bolas suadas, o cheiro de macho forte me deixando tonta. Meu marido entra na sala pra pegar mais cerveja, vê tudo, mas em vez de brigar, sorri safado – a gente já tinha combinado isso em segredo, ele adora me ver virando puta. “Vai, vadia, chupa esses paus pra mim”, ele diz, abrindo a própria calça e se juntando, o pinto dele latejando na minha cara. Agora são três caralhos na minha boca, eu engolindo um por vez, boquete duplo, a garganta arrombada, tossindo mas voltando pra mais, o gosto de leite pré-gozado misturado com cerveja que eu bebo no intervalo pra lubrificar.

Eu tô de joelhos no tapete da sala, o cheiro de carne assando entrando pela porta, suor escorrendo pelas minhas costas, os peitos balançando livres enquanto eu rebolo o cu pro alto. “Me fode, me arromba”, eu gemo, cuspindo no pau do Zé e guiando pra minha buceta. Ele me vira de quatro no sofá, rasga o shortinho e soca de uma vez, o caralho grosso esticando minha buceta molhada, o som de tapa na bunda ecoando. “Caralho, que grelo inchado, Nanda, você é uma puta mesmo”, ele grunhe, metendo forte, as bolas batendo no meu cu. Eu grito de tesão, gozando já na primeira Trepada, esguichando no sofá, o líquido quente pingando nas coxas enquanto o Marcos vem por trás e enfia o dedo no meu cuzinho, preparando pro anal.

Meu marido filma tudo no celular, rindo, enquanto eu chupo ele de novo, a boca cheia de pau suado. “Abre esse cu, rabuda, vai ser arrombada hoje”, Marcos diz, cuspindo no meu buraco e socando o pinto devagar, latejando dentro de mim, me rasgando de dor e prazer. Eu tremo toda, a tremedeira subindo pelas pernas, gemendo alto como uma vadia em delírio, o cheiro de porra e suor dominando a sala. Zé volta pra minha buceta, agora é DP, dois paus me fodendo ao mesmo tempo, um na frente e um no cu, me esticando toda, o sofá rangendo. Eu rebolo louca, cavalgando no pau do meu marido que se deita embaixo, a buceta engolindo ele inteiro, pingando suor e gozada.

A putaria rola solta, cerveja gelada derramada no chão misturada com meu esguicho, eu bebendo porra quente direto da fonte – Zé goza na minha boca primeiro, o leite grosso escorrendo pela garganta, eu engolindo tudo, gemendo “mais, me dá mais leite, seus safados”. Marcos esporra no meu cu, o cuzinho arrombado pulsando, a gozada quente escorrendo pelas nádegas enquanto eu gozo de novo, gritando, o corpo convulsionando. Meu marido é o último, me virando de costas no sofá, socando na buceta encharcada até esporrar dentro, o pau latejando e enchendo de porra, escorrendo pra fora quando ele tira.

Eu fico lá, deitada no sofá sujo de suor, porra e cerveja, o cheiro de churrasco ainda no ar, tremendo de tesão e culpa misturados, mas sorrindo, a buceta e o cu latejando, lambuzada toda. Os caras riem, pegam mais cerveja, e eu sei que a noite tá só começando – vou chupar mais, foder mais, virar a boqueteira arrombada da orgia caseira até o sol raiar.

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