FIM DE SEMANA CHOVENDO COM A CAVALONA TRANS
Estou passando o final de semana com minha amiga cavalona, a Thalles, aquela trans carnuda que me deixa louco de tesão só de olhar pra bunda dela balançando. A chuva desaba forte lá fora, batendo no telhado da cabana que alugamos no meio do nada, e a gente tá aqui dentro, só eu e ela, com uma garrafa de cerveja aberta e o ar ficando pesado de cheiro de sexo. Eu chego mais perto no sofá, sinto o calor do corpo dela, aquelas coxas grossas me apertando, e ela ri baixinho, os olhos brilhando de safadeza. “Tá chovendo pra caralho, mas aqui dentro vai esquentar mais”, ela diz, e já cola a boca na minha, a língua dela invadindo, gostinho de cerveja misturado com o batom doce que ela passa.
Eu agarro aquela bunda enorme, carnuda, apertando as nádegas com força, sentindo a carne macia ceder nos meus dedos. Meu pau já tá duro pra caralho dentro da bermuda, latejando contra a coxa dela. Thalles desce a mão e pega no volume, esfregando devagar, gemendo no meu ouvido: “Tá vendo o que você faz comigo, seu puto? Meu pauzinho já tá acordando também”. Ela é trans, tem um pinto grosso que eu adoro, mas a buceta dela é o que me mata, sempre molhada e pronta pra foder. A chuva lá fora troveja, e eu tiro a camiseta dela, expondo aqueles peitos grandes, siliconados, os bicos duros apontando pra mim. Chupo um deles com fome, lambendo o suor que já começa a pingar da pele dela, salgado e quente.
Ela me empurra pro chão, de joelhos, e abre o short, tirando o pau dela pra fora – caralho, que pinto lindo, veiudo, já meio duro e pulsando. “Chupa, vai, me dá uma mamada boa”, ela manda, e eu engulo aquele caralho inteiro, sentindo ele crescer na minha boca, o gosto de pré-gozo salgado escorrendo na língua. Faço boquete devagar no começo, lambendo a cabeça, chupando as bolas pesadas, depois acelero, socando na garganta enquanto ela segura minha cabeça e fode minha boca. Os gemidos dela misturam com o barulho da chuva, “Ah, porra, chupa mais fundo, seu safado”. Meu pau tá pingando no chão, tesão puro, e eu sinto uma pontada de culpa por estar traindo a namorada em casa, mas o risco só me deixa mais louco, mais duro.
Thalles me puxa pra cima, me beija com a boca cheia do meu cuspe, e a gente rola no tapete. Ela fica de quatro, empinando aquela rabuda enorme, o cuzinho piscando pra mim, e a buceta já molhada, os lábios inchados brilhando. “Me come, Thalles, soca esse pau na minha buceta primeiro”, eu peço, mas é ela que guia, virando e montando em mim como uma cavalgada selvagem. Meu pinto entra na buceta dela de uma vez, quente, apertada, molhada pra caralho, e ela rebola devagar, gemendo alto: “Sente como eu tô ensopada, amor? Essa chuva me deixa com tesão”. Eu agarro os quadris carnudos, metendo pra cima, o som de carne batendo ecoando, ploc ploc ploc, misturado com os trovões.
A putaria rola solta, suor escorrendo dos corpos, o cheiro de buceta e pau preenchendo o ar úmido. Ela cavalga forte, os peitos balançando na minha cara, e eu mamo eles enquanto fodo, sentindo o grelo dela roçar no meu pau a cada descida. “Vai, me arromba, Thalles, me faz gozar”, ela grita, e eu viro ela de lado, metendo de conchinha, uma mão no pau dela, punhetando enquanto soca na buceta. O pinto dela lateja na minha palma, duro como pedra, e ela esguicha um jato quente, molhando minha coxa: “Porra, tô gozando, não para!”. O líquido dela escorre quente, cheirando a sexo puro, e eu lambo o pescoço dela, suado e salgado.
Não paramos aí, a chuva continua caindo, e a gente se joga no quarto, luz baixa, lençóis já bagunçados. Thalles me manda deitar, pega um lubrificante na mala e lambuza o cuzinho dela, piscando pra mim: “Agora vai no cu, seu safado, arromba meu rabinho”. Eu fico de joelhos atrás, o pau latejando de tesão, e empurro devagar, sentindo o anel apertar, depois ceder, engolindo meu caralho inteiro. “Caralho, que cuzinho gostoso, Thalles, tá me apertando pra porra”, eu gemo, metendo ritmado, as nádegas batendo na minha barriga. Ela rebola contra mim, gemendo rouco, “Soca mais fundo, me fode como uma puta”, e eu acelero, o som de pele suada batendo, o cheiro de anal misturado com chuva entrando pela janela aberta.
Ela vira de frente, pernas no meu ombro, e eu como o cu dela olhando nos olhos, vendo o rosto contorcido de prazer, suor pingando da testa. Meu pau pulsa dentro, e ela punheta o próprio pinto, gozando primeiro, esporrando leite grosso no peito dela, quente e pegajoso, escorrendo pros peitos. “Engole, Thalles, lambe meu leite”, ela diz, e eu me inclino, lambendo o gozo salgado, misturando com o suor. O tesão me pega, culpa zero agora, só vontade de foder mais, e eu gozo dentro do cuzinho, sentindo o pau latejar, esporrando jatos quentes que escorrem quando tiro, lambuzando as coxas dela.
A noite avança, chuva não para, e a gente toma banho juntos no banheiro pequeno, água quente caindo como a tempestade lá fora. Thalles me encosta na parede, chupa meu pau de novo, boquete molhado, cuspe escorrendo, até eu ficar duro outra vez. “Vamos pra trepada na cozinha”, ela sugere, e a gente vai, pelados, pingando água. Ela senta na pia, pernas abertas, buceta latejando, e eu meto de pé, socando forte, os armários tremendo. “Me faz gritar, amor, me arromba toda”, ela pede, e eu fodo com força, sentindo o grelo dela pulsar no meu dedo enquanto esfrego. Ela esguicha de novo, jato quente batendo na minha barriga, cheirando a putaria pura.
De madrugada, exaustos mas ainda com tesão, a gente deita na varanda coberta, chuva caindo perto, o ar fresco batendo nos corpos suados. Thalles monta no meu pau de novo, cavalgada lenta agora, rebolando devagar, gemendo baixinho: “Esse fim de semana é nosso, Thalles, só putaria molhada”. Eu agarro a bunda, metendo pra cima, sentindo o pau dela roçar no meu, os dois duros se esfregando. Gozamos juntos, ela esporrando no meu peito, eu enchendo a buceta dela de leite, escorrendo quente pelas coxas, misturando com a umidade da chuva que espirra.
No domingo de manhã, acordamos com o sol tentando furar as nuvens, mas a gente não para. Café da manhã vira sexo na mesa, ela de quatro chupando meu pau enquanto eu lambo a buceta dela, 69 molhado, gostos misturados de café e gozo da noite. Fodo ela contra a janela, chuva fina ainda caindo, risco de alguém ver da estrada distante, mas isso só aumenta o tesão, a emoção de ser pego. “Soca no meu cu de novo, me faz gozar gritando”, ela implora, e eu arrombo o cuzinho, metendo até o talo, sentindo tremer as pernas dela, gemidos ecoando.
O fim de semana acaba com a gente no carro, voltando pra casa, mas paramos no meio do caminho, numa mata, chuva voltando forte. Thalles abaixa o banco, monta em mim no banco do motorista, cavalgada selvagem, vidros embaçados, pau dela batendo na minha barriga enquanto eu fodo a buceta. Gozamos uma última vez, leite escorrendo everywhere, cheiro de sexo no ar confinado. “Melhor fim de semana da vida, Thalles”, ela diz, beijando minha boca lambuzada. Eu concordo, pau ainda latejando, sabendo que a putaria molhada com essa cavalona trans vai ficar na memória pra sempre.