MADRASTA RABUDA ENSINA O ENTEADO SAFADO A ARROMBAR BUCETA E CU COM BOQUETES FUNDO E CAVALGADAS GOSTOSAS
Estou sozinho em casa, no sofá da sala, com o pau duro na mão, batendo uma punheta rápida enquanto assisto um pornô no celular, o som baixo pra ninguém ouvir, mas o tesão tá me consumindo, meu caralho latejando, pré-gozo pingando na ponta, e de repente ouço a porta abrindo, merda, é ela, minha madrasta, voltando mais cedo do trabalho, eu tento esconder mas é tarde, ela entra e me pega no flagra, os olhos dela vão direto pro meu pau exposto, e em vez de surtar ou virar o rosto, ela sorri daquele jeito safado, mordendo o lábio, “ah, então é isso que você faz quando tá sozinho, hein? Mas olha só, tá fazendo errado, menino, deixa eu te ensinar como se faz direito”, ela diz, trancando a porta atrás dela, o coração acelera, um misto de pânico e tesão, porque ela é gostosa pra caralho, rabuda, peitos grandes, e eu sempre fantasiei com isso, mas agora é real, risco total, meu pai pode chegar a qualquer hora, culpa batendo, mas a vontade é maior, ela se aproxima devagar, tirando a blusa, revelando o sutiã preto apertado, “vem cá, relaxa, ninguém vai saber, é nosso segredinho”, e eu fico paralisado, pau ainda duro, ela se ajoelha na frente do sofá, pega meu caralho com a mão macia, “olha que pauzão bonito, maior que o do seu pai”, ela murmura, e começa a punhetar devagar, o cheiro dela invade, perfume misturado com suor do dia, doce e salgado, me deixando louco, eu gemo baixo, “isso, sente como é bom quando alguém faz pra você”, ela diz, e sem aviso baixa a cabeça, abre a boca e engole meu pau inteiro, um boquete profundo, a garganta dela apertando, salivando tudo, o som de sucção alto, glup glup, ela mama com vontade, língua rodando na cabeça, chupando as bolas, “delícia de pinto, tá latejando na minha boca”, eu tremo todo, suor escorrendo nas costas, emoção misturada com medo, isso é errado pra caralho mas o tesão não deixa parar, ela olha pra cima com olhos de puta, “gosta assim? Quer que eu mame mais forte?”, e eu só assinto, ofegante, ela acelera, mamada voraz, babando no meu pau, o gosto dela na minha mente, imaginando o da buceta, ela para um segundo, tira a calça, fica só de calcinha vermelha, encharcada, “olha como você me deixou molhada, seu safado”, e sobe no sofá, senta no meu colo, roçando a buceta no meu pau, “agora vou te ensinar a foder de verdade”, ela guia meu caralho pra entrada da buceta dela, quente, escorregadia, pingando mel, e desce devagar, engolindo tudo, “aah, que pau grosso, tá me arrombando”, ela geme, rebolando devagar, cavalgada lenta no início, os peitos balançando na minha cara, eu chupo um mamilo, mordendo leve, o gosto salgado de suor, ela acelera, subindo e descendo forte, o sofá rangendo, som de pele batendo, ploc ploc, “fode sua madrasta, vai, soca fundo”, eu empurro de baixo, metendo com força, a buceta dela apertando, pulsar em volta do meu pau, risco de sermos pegos me dá mais tesão, culpa por trair meu pai mas a vontade de gozar dentro dela é insuportável, ela grita baixo, “isso, me fode, caralho, tô quase gozando”, e eu sinto o grelo dela roçando no meu púbis, inchado, ela rebola mais, tremendo, suor pingando nos nossos corpos, cheiro de sexo preenchendo a sala, misturado com o perfume dela, eu lambo o pescoço dela, salgado e doce, “você é uma puta safada”, eu digo sem pensar, e ela ri, “sou sua puta agora, me usa”, vira de costas, fica de quatro no sofá, rabuda empinada, “vem, mete no meu cuzinho, ensina você agora”, eu hesito um segundo, culpa batendo de novo, mas o tesão vence, cuspo na ponta do pau, posiciono no cu dela, apertado, e empurro devagar, arrombando aos poucos, ela geme alto, “aah, devagar, seu pauzão tá me rasgando”, mas rebola pra trás, engolindo mais, o som de entrada úmida, cheiro de suor e excitação forte, eu começo a socar, anal profundo, ela gritando, “fode meu cu, vai, me arromba todo”, eu pego nos quadris dela, puxando forte, pau latejando dentro, tremedeira nas pernas, emoção de dominar ela assim, risco de tudo, mas não paro, ela mete a mão na buceta, se masturbando enquanto eu fodo o cuzinho, “tô pingando, olha”, e eu vejo o mel escorrendo pelas coxas, lambuzando tudo, eu acelero, socando sem pena, o sofá tremendo, ela geme rouca, “vou gozar, caralho, goza comigo”, e sinto o cu dela apertando mais, pulsando, ela esguicha na mão, gritando, gozada escorrendo no sofá da família, cheiro forte de porra e squirt, eu não aguento, “tô gozando”, aviso, e esporro dentro do cu dela, leite quente jorrando, latejando, tremendo todo, culpa misturada com êxtase, ela rebola devagar, tirando cada gota, “isso, enche meu cuzinho de leite”, e quando eu saio, a gozada escorre devagar do cu arrombado, pingando na almofada, ela vira, me beija na boca, língua suja de saliva e tesão, “foi bom, né? Nosso segredo”, mas eu sei que isso não vai parar aqui, o tesão ainda pulsa, risco de repetir, emoção de querer mais, culpa latejando no peito, mas a vontade de foder ela de novo já tá crescendo, ela se deita no sofá, pernas abertas, “vem, lambe minha buceta agora, limpa tudo”, e eu baixo, cheiro forte de sexo, gosto salgado e doce na língua, lambendo o grelo inchado, chupando os lábios molhados, ela geme de novo, “boa mamada, continua”, e eu enfio a língua fundo, sentindo o pulsar dela, suor nos corpos colados, som de sucção, ela treme, “vou gozar de novo”, e esguicha na minha boca, eu engulo um pouco, o resto escorre no queixo, tesão insano, eu subo, meto o pau na buceta dela de novo, ainda duro, fodomissionário, socando forte, peitos balançando, ela arranha minhas costas, gritando, “me fode mais, seu puto”, risco de barulho alto, mas não ligo, emoção de possuir ela, culpa por ser proibido mas vontade de nunca parar, eu acelero, pau latejando, “goza pra mim”, ela pede, e eu sinto vindo, esporro dentro da buceta dessa vez, leite misturando com o squirt dela, gozada escorrendo pelas coxas, tremedeira total, suor pingando, cheiro de putaria na sala inteira, ela ri ofegante, “boa trepada, menino, aprendeu direitinho”, e a gente fica ali, colados, ofegantes, sabendo que isso é só o começo do nosso segredo safado.