MINHA PRIMEIRA TRANSA COM O PINTOR NOVINHO DE PAU GROSSO E VEIAS PULSANTES GOZANDO FUNDO NA MINHA BUCETA MOLHADA ATÉ EU TREMER DE TESÃO PROIBIDO NA CASA DELE
Cara, eu nem sei por onde começar essa confissão, mas se eu não despejar tudo agora, vou explodir de tanto tesão acumulado. Meu nome é Ana, tenho 28 anos, trabalho numa loja de materiais de construção aqui em Fortaleza, e o que rolou com esse garoto de 19 anos me deixou marcada pra sempre. Ele se chama Lucas, 1,85 de altura, cabelo cacheado bagunçado, olhos verdes que parecem te devorar vivo, e um corpo magro mas definido, daqueles que você vê suado e pensa “quero lamber cada gota”. Tudo começou num dia de merda no trabalho, eu estressada pra caralho atendendo cliente chato atrás de cliente, e aí eu vou preparar um café na copa dos fundos pra tentar me acalmar. De repente, a porta se abre e entra ele, com a roupa de pintor toda suja de tinta branca e manchas de solvente, cheirando a suor fresco misturado com aquele aroma masculino de homem que trabalha pesado. O macacão jeans apertado marcando o volume do pau dele, as mangas dobradas mostrando braços fortes com veias saltadas, e o rosto suado, com gotas escorrendo pelo pescoço. Porra, na hora meu grelo deu um pulo, minha buceta ficou úmida só de olhar. Eu congelei com a xícara na mão, sentindo um calor subindo pelas pernas, mas não falei nada, né? Horário de trabalho, chefe por perto, eu tímida pra caralho apesar de ser safada na cabeça. Ele só pediu um copo d’água, sorriu de canto com aqueles dentes brancos, e saiu. Mas eu fiquei ali, imaginando ele me pegando ali mesmo, me virando de costas contra a pia e metendo aquele pau que eu nem sabia o tamanho ainda.
Dias depois, o safado volta. Dessa vez, sem tanta sujeira, mas ainda com a camiseta colada no corpo suado do calor de Fortaleza. Ele compra umas tintas, e no balcão, enquanto eu passo no caixa, ele me olha fixo e diz: “Ei, moça, me passa teu Insta? Quero te mostrar uns trabalhos meus”. Eu corei na hora, coração acelerado, mas passei. Começamos a trocar mensagens naquela noite mesmo. Ele mandando fotos dos jobs dele, eu elogiando, e logo o papo desceu pro pessoal. “Você é linda pra caralho, Ana. Sempre que te vejo no trabalho, fico duro só de imaginar”. Eu, que nunca tinha transado na vida apesar de me masturbar pensando em putaria toda noite, respondi: “E eu fico molhada vendo você suado de tinta”. Dois dias depois, marcamos. “Vem na minha casa, tô sozinho, meus pais viajaram”. Eu tremia de tesão e medo, era minha primeira vez, mas o desejo de sentir um pau de verdade me arrombando era maior que tudo.
Cheguei lá no fim da tarde, o sol ainda quente batendo na janela do apartamento simples dele no bairro. Ele abriu a porta do jeito que eu adorava: camiseta suja de tinta fresca, short folgado, pés descalços, cabelo cacheado úmido como se tivesse lavado o rosto rapidinho. “Entra, Ana, relaxa”. Ele fechou a porta, e eu sentei no sofá gasto, pernas cruzadas pra disfarçar o quanto minha buceta já latejava. Ele lavou o rosto na pia da cozinha, água escorrendo pelo peito, e veio se jogar no sofá, deitando a cabeça no meu colo como se fôssemos íntimos há anos. “Tô exausto de pintar o dia todo, mas te ver aqui me anima”. Começamos a conversar sobre bobagens, trabalho, a cidade, mas eu sentia o calor da cabeça dele no meu colo, o cheiro de sabonete misturado com suor masculino subindo. Não aguentei. Inclinei o rosto e beijei ele. Lips macios, língua quente invadindo minha boca na hora, retribuindo com fome. “Porra, Ana, você beija gostoso pra caralho”, ele murmurou entre os beijos, que começaram lentos, exploradores, mas logo viraram urgentes, dentes batendo, saliva se misturando.
As mãos dele subiram rápidas pelas minhas coxas, apertando a carne por baixo da saia, enquanto eu enfiava os dedos no cabelo cacheado dele, puxando. Eu estava tímida, coração batendo louco, pensando “e se eu não souber fazer direito?”, mas o tesão falava mais alto. Ele apalpou meus peitos grandes por cima da blusa, gemendo baixo: “Esses tetões são perfeitos, quero chupar até deixar vermelhos”. Tirei a blusa eu mesma, sutiã caindo no chão, e ele atacou. Boca quente nos mamilos, chupando forte, língua rodando o bico endurecido, mordiscando de leve pra me fazer arquear as costas. “Ah, Lucas, chupa mais, porra”, eu gemi, sentindo a buceta encharcar a calcinha. Ele desceu a mão pra entre minhas pernas, esfregando por cima do tecido: “Tá molhada já, sua putinha? Minha primeira vez te deixando assim?”. Eu assenti, vulnerável pra caralho, confessando: “Nunca transei, mas penso em pau o dia todo vendo você no trabalho”.
Ele sorriu safado, olhos brilhando, e me puxou pro quarto. Quarto bagunçado, cama desfeita, cheiro de homem solteiro. Me deitou devagar, beijando o pescoço, descendo pros peitos de novo, lambendo cada centímetro de pele. Mantinha contato visual, aqueles olhos verdes me hipnotizando enquanto descia, beijando a barriga, abrindo minhas pernas. “Olha essa buceta, Ana, depiladinha, pingando pra mim”. Ele lambeu os lábios, e eu tremi. Massageou meu grelo com o polegar, circular, devagar, me fazendo contorcer. “Tá sensível, né? Vou te preparar pro meu pau”. Penetrou um dedo, depois dois, curvando pra acertar aquele ponto que me faz ver estrelas. Eu segurei nos lençóis, gemendo alto: “Caralho, Lucas, tá me fodendo com os dedos, não para!”. Minha buceta sugava os dedos dele, molhada pra caralho, sons obscenos de sucção enchendo o quarto. Gozei rápido, corpo convulsionando, esguichando um pouco nos dedos dele. “Boa menina, goza pra mim”, ele disse, lambendo os dedos sujos do meu mel. “Doce pra porra”.
Não aguentei mais esperar. Coloquei a mão no short dele, sentindo o pau duro latejando. “Quero chupar, Lucas, me deixa”. Ele tirou o short, e aí veio o choque: pau enorme, grosso, uns 20cm fácil, veias pulsantes, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. “Chupa, Ana, engole esse pinto todo”. Me ajoelhei no chão, timidez sumindo no tesão. Segurei a base, língua lambendo a cabeça, saboreando o salgado. Abocanhei o quanto pude, quase engasgando, mas forcei mais, garganta relaxando. Ele gemeu rouco, mão no meu cabelo: “Porra, que boquete gostoso, sua boca é quente e molhada”. Eu chupava com vontade, subindo e descendo, mão masturbando o que não cabia, bolas batendo no queixo. Saliva escorrendo, sons de gargarejo, eu olhando pra cima pra ver o rosto dele contorcido de prazer. “Tá me matando, safada, mas guarda pro depois, quero foder essa buceta virgem”.
Me levantou, deitou na cama, e veio por cima, beijando fundo. Pau roçando minha coxa, quente e duro. “Vou devagar, tá? Mas diz se doer”. Posicionou a cabeça na entrada da minha buceta, empurrando devagar. Senti abrindo, esticando, uma dorzinha misturada com prazer insano. “Ah, caralho, tá entrando, Lucas, seu pau é grosso demais”. Ele parava, beijava, esperava eu me acostumar, veias pulsando dentro de mim, preenchendo cada centímetro. Minha buceta molhada facilitava, deslizando fácil. “Sente cada veia, Ana? Tô te arrombando devagar”. Quando entrou todo, ficamos parados, ofegantes, eu sentindo ele latejar no fundo. “Me fode agora, por favor”.
Ele começou devagar, estocadas longas, saindo quase todo e voltando fundo. Eu cravava unhas nas costas dele, gemendo: “Mais forte, fode minha buceta”. Acelerou, quadril batendo no meu, sons de carne molhada. Colocou minha perna no ombro dele, abrindo mais, metendo até o talo. “Olha como engole meu pau todo, sua putaria”. Eu via o pau dele brilhando do meu mel, entrando e saindo. Virei de quatro por instinto, empinando a bunda. “Me fode assim, Lucas, de quatro”. Ele agarrou meus quadris, metendo forte, pau acertando fundo, bolas batendo no grelo. Mão dele no meu clitóris, esfregando rápido. “Goza no meu pau de novo, Ana”. Gozei gritando, buceta apertando ele, tremores subindo pelas pernas. Ele grunhiu: “Porra, tá me apertando, vou gozar”. “Goza dentro, enche minha buceta de leite”. Ele meteu fundo, pau inchando, jatos quentes explodindo dentro, me enchendo até transbordar. Gozada grossa escorrendo pelas coxas.
Deitamos ofegantes, corpos suados colados, cheiro de sexo no ar. Ele me abraçou, beijando a testa: “Foi incrível, Ana, você é perfeita”. Eu, vulnerável, confessei: “Tinha medo de não ser boa o suficiente, mas com você… foi tudo”. Dormimos entrelaçados, mas acordei no meio da noite com ele duro de novo roçando minha bunda. “Acordou com tesão, safado?”, provoquei. Ele riu baixo: “Sempre com você por perto”. Dessa vez, foi diferente, mais urgente. Ele me virou de lado, pau deslizando na buceta ainda lambuzada da gozada anterior. “Quero teu cu agora, Ana. Posso?”. Eu hesitei, mas o tesão venceu: “Devagar, mas quero sentir você me arrombando o cuzinho”.
Ele pegou lubrificante na gaveta – o safado tava preparado – e massageou meu cuzinho, dedo entrando devagar. “Relaxa, vai ser bom”. Senti o dedo, depois dois, abrindo, uma pressão estranha mas excitante. Pau na entrada, empurrando. “Ah, caralho, tá apertado pra porra”. Doeu um pouco no começo, mas logo virou prazer puro, ele metendo centímetro por centímetro. “Sente meu pau no teu cu, Ana? Tô te fodendo o rabo”. Eu gemia alto, mão no grelo me masturbando. Ele acelerou, metendo forte, mão apertando meus peitos. “Tá gostoso, sua rabuda, cu me sugando”. Gozei anal, corpo todo tremendo, ele gozando fundo no cuzinho, leite quente escorrendo.
Mas não parou aí. Acordamos de manhã, ele me levando pro banho. Água quente caindo, corpos escorregadios. Ele me encostou na parede, pau duro de novo. “Cavalgada agora, senta no meu pau”. Sentei enfrentando ele, pernas ao redor da cintura, pau entrando na buceta com a água ajudando. Quicava forte, peitos balançando na cara dele, que chupava. “Fode, Ana, cavalga esse pinto”. Gozei esguichando na água, ele enchendo de novo.
Os dias seguintes viraram putaria constante. Ele me mandava mensagens no trabalho: “Tô duro pensando na tua buceta”. Eu ia na casa dele depois do expediente, risco de alguém ver, mas isso só aumentava o tesão. Uma vez, no meio da tarde, ele me chamou pra “ajudar num job”. Cheguei no apartamento vazio que ele pintava, paredes brancas, cheiro de tinta fresca. “Tira a roupa, quero te foder aqui no chão”. Deitei no plástico protetor, pernas abertas, ele metendo na buceta enquanto pintava riscos no meu corpo com o rolo. “Olha, te marcando como minha puta”. Fodemos de quatro contra a parede molhada, pau sujo de tinta entrando no cu. Gozei gritando, ecoando no vazio.
Mas tinha vulnerabilidade. Numa noite, depois de uma trepada selvagem – ele me chupando até eu gozar na cara dele, depois anal de lado na cama – eu chorei um pouco. “Tenho medo de isso acabar, Lucas. Você é novo, eu mais velha, e se for só tesão?”. Ele me abraçou forte: “Não é só foda, Ana. Te quero inteira, tua timidez, tua safadeza, tudo”. Beijamos suave, e aí virou amor misturado com putaria. Ele me ensinou posições: missionário lento com olhares, eu cavalgando reversa empinando a bunda pra ele bater.
O clímax veio numa noite chuvosa. Pais dele voltando no dia seguinte, última chance. “Quero tudo hoje, Ana. Buceta, cu, boca, gozar em todo lugar”. Começamos no sofá: boquete profundo, engolindo tudo, bolas na boca. Depois, de quatro no tapete, metendo na buceta, dedos no cu. “Arromba os dois, Lucas”. Ele alternava, pau saindo molhado da buceta pro cuzinho apertado. Gozei múltiplo, corpo suado, gemidos roucos. Final: cavalgada na cama, eu quicando louca, ele debaixo chupando peitos. “Goza dentro de novo, enche tudo”. Gozou tanto que transbordou, leite escorrendo. Deitamos, eu confessando: “Te amo, seu pau me conquistou, mas você mais”. Ele: “Mesma coisa, minha putinha virgem que virou viciada”.