SOBRINHO ARROMBANDO A BUCETA DA TIA CASADA NA COZINHA COM CHEIRO DE ALMOÇO E MEDO DO TIO VOLTAR A QUALQUER HORA
Cara, eu juro que nunca pensei que ia acontecer uma putaria dessa na vida real, mas ali estava eu, na cozinha da casa da minha tia Lygia, com o cheiro de feijão cozinhando no fogão e arroz soltando vapor, o lugar todo bagunçado com panelas sujas na pia e pratos empilhados do almoço que ela tinha feito pro tio e pros primos. Eu tinha ido lá pra ajudar com umas coisas da casa, tipo consertar uma torneira que tava pingando, mas a tia Lygia… puta que pariu, ela era uma visão do caralho. Casada há uns 15 anos com o tio Marcos, que era caminhoneiro e vivia na estrada, mas naquele dia ele tinha dito que voltava cedo do frete. Voluptuosa pra caralho, com aqueles peitos enormes que balançavam em qualquer blusa folgada, bunda grande e redonda que enchia as calças jeans justas, e uma cara de safada que ela tentava esconder com sorrisos de tia boazinha. Eu era o sobrinho favorito, o moleque que cresceu indo nas férias pra lá, mas agora com 22 anos, eu via ela de outro jeito. E ela via em mim um pau duro pronto pra usar.
Eu tava debaixo da pia, suado pra caralho com a camisa grudada no corpo, quando ela entrou na cozinha carregando uma cesta de roupas. “Ô, sobrinho, tá quente aí embaixo, né? Vem cá, toma uma água gelada.” Ela se inclinou pra pegar um copo no armário, e eu vi direto o decote da blusa, aqueles peitos grandes quase pulando pra fora do sutiã apertado. Meu pau já deu um sinal ali, latejando na calça. Eu me levantei, limpei as mãos no pano, e ela me entregou o copo, mas o olhar dela… cara, era fome pura. “Você cresceu tanto, hein? Tá um homem agora.” A mão dela roçou no meu braço, demorou um segundo a mais, e eu senti o tesão subindo.
A gente começou a conversar bobagem, sobre a família, o tio na estrada, mas o ar tava pesado. Ela se encostou na bancada, cruzou as pernas, e eu via as coxas grossas apertando uma na outra. “Sabe, sobrinho, às vezes fico sozinha aqui o dia todo… o Marcos viaja tanto.” A voz dela baixou, rouca, e ela mordeu o lábio. Eu não aguentei, dei um passo pra frente, e ela não recuou. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado, língua dela invadindo a minha, gemendo baixinho no fundo da garganta. “Tia… a gente não devia…” Eu murmurei, mas meu pau já tava duro como pedra, roçando na barriga dela. “Cala a boca e me beija, vai. Tô louca pra isso há meses.”
As mãos dela foram direto pro meu cinto, abrindo a calça com pressa, enquanto eu apertava aqueles peitos enormes por cima da blusa. Ela puxou meu pau pra fora, duro e latejando, veias pulsando, e deu uma bombada lenta, olhando nos meus olhos. “Olha só o que o sobrinho tem pra tia… que pau grosso, hein?” Eu gemi, sentindo a mão dela quente e macia. Ela se ajoelhou ali no chão da cozinha, com migalhas de pão no piso e o cheiro de alho frito no ar, e engoliu meu pau de uma vez. Boca quente, língua rodando na cabeça, chupando com força. “Chupa, tia, chupa meu pau todo.” Eu segurei no cabelo dela, empurrando pra dentro, sentindo a garganta apertar. Ela engasgou um pouco, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. “Glug… glug… mmm, que delícia de pinto, sobrinho.” Os olhos dela lacrimejando, mas cheios de tesão, subindo e descendo rápido, mão bombando a base enquanto mamava a cabeça.
Eu tava louco, o risco do tio voltar a qualquer momento me deixando ainda mais duro. Ouvi um carro na rua e congelei, mas era só vizinho. “Continua, tia, não para.” Ela riu com a boca cheia, saliva pingando nos peitos. Eu puxei ela pra cima, arranquei a blusa, o sutiã caiu e aqueles peitos enormes pularam livres, mamilos duros e rosados. Eu mamei um, chupando forte, mordendo, enquanto a mão dela voltava pro meu pau. “Mama os peitos da tia, vai, mama gostoso.” Ela sentou na bancada bagunçada, empurrando panelas pro lado, pratos tilintando, e abriu as pernas. A saia subiu, calcinha preta molhada, o cheiro de buceta quente invadindo a cozinha, misturado com o feijão no fogão.
“Tira isso, tia, mostra essa buceta pra mim.” Ela riu safada, puxou a calcinha pro lado, e ali tava, buceta raspadinha, lábios inchados, pingando molho. “Tá vendo o que você faz com a tia? Tô encharcada.” Eu me ajoelhei, lambi devagar, língua no grelo inchado, chupando o gosto salgado e doce. Ela gemeu alto, segurando minha cabeça. “Lamba, sobrinho, lambe a buceta da tia casada.” Eu enfiei a língua dentro, sentindo pulsar, ela rebolando na minha cara, suco escorrendo no queixo. “Ai, caralho, que boca boa… não para, vai.”
Mas eu queria mais. Levantei, pau latejando, e ela guiou pra dentro. “Mete, sobrinho, mete na buceta da tia.” Sentei ela na bancada, pernas abertas, e empurrei devagar. Buceta quente, apertada, engolindo meu pau centímetro por centímetro. “Puta merda, tia, que buceta gostosa… tão molhada.” Ela cravou as unhas nas minhas costas, gemendo possessiva. “Isso, fode a tia, fode forte.” Eu comecei lento, sentindo cada pulsada, mas logo acelerei, socando com força, pau batendo no fundo, som de carne molhada ecoando na cozinha. Peitos balançando, eu mamando um enquanto metia, mordendo o mamilo. “Mama, mama os peitos grandes da tia enquanto arromba minha buceta.”
Ela gozou primeiro, corpo tremendo, buceta apertando meu pau como um torno, esguichando suco na minha barriga. “Tô gozando, sobrinho, tô gozando no teu pau… ai, caralho!” Gritei com ela, mas segurei, não gozei ainda. Puxei pra fora, pau lambuzado de molho, e virei ela de costas. “De quatro na bancada, tia, empina essa bunda rabuda.” Ela obedeceu, saia levantada, bunda grande empinada, cuzinho piscando. Mas primeiro vaginal de novo, de quatro. Enfiei de volta na buceta, socando brutal, mãos apertando a carne da bunda, som de pau batendo na bunda ecoando, pele suada grudando.
“Fode, fode mais forte… o tio nunca mete assim.” O risco me enlouquecia, imaginei o tio abrindo a porta e nos pegando, mas isso só me fazia meter mais desesperado. Ela rebolava de volta, gemendo rouco. “Tô pingando de novo, sobrinho, me faz gozar outra vez.” Mudei o ritmo, lento e fundo, depois rápido e superficial, grelo roçando na bancada. Ela esguichou de novo, pernas tremendo, “Ahhh, puta que pariu, que tesão!”
Agora o boquete completo de novo. Puxei ela pro chão, de joelhos, pau sujo de buceta na cara dela. “Chupa limpinho, tia, engole tudo.” Ela abriu a boca, engoliu fundo, garganta apertando, engasgando mas forçando mais. Saliva grossa escorrendo, bolhas saindo do nariz, olhos vermelhos. “Glug… glug… goza na boca da tia, vai.” Eu segurei a cabeça, fodi a boca como buceta, sentindo latejar. “Tô gozando, tia, engole meu leite!” Esporrei na garganta, ela engolindo o máximo, mas um pouco escorreu no queixo, pingando nos peitos. “Mmm, que gozada gostosa, sobrinho… quente e grossa.”
Mas eu tava duro ainda, tesão doentio. “Quero o cu agora, tia. Me dá esse cuzinho apertado.” Ela hesitou um segundo, mas o olhar era puro fogo. “Vai devagar no começo, mas depois arromba, quero sentir arder.” Cuspi no cuzinho, dedo entrando devagar, sentindo apertar. Ela gemeu, “Ai, que safado o sobrinho… enfiando no cu da tia casada.” Pau na entrada, empurrei lento, cabeça popando dentro. “Puta merda, que cuzinho virgem… tão apertado.” Ela gritou baixinho, “Devagar… ai, tá ardendo… mas mete, mete mais.”
Entrada lenta, centímetro por centímetro, sentindo as paredes apertarem meu pau como nunca. Cheiro de buceta e cu misturado, suor escorrendo nas costas dela. Quando entrou todo, parei, deixando acostumar, beijando o pescoço. “Tá todo dentro, tia… agora vou foder esse cu.” Comecei devagar, saindo e entrando, ela rebolando devagar. “Isso, fode o cuzinho da tia… tá gostoso agora.” Acelerei, socando forte, bunda batendo na minha virilha, som alto de pele suada. “Arromba, sobrinho, arromba meu cu… o tio nunca fez isso!”
Posições variadas no anal: de quatro na bancada, depois ela cavalgando no cu, sentando devagar no meu pau enquanto eu deitado no chão frio da cozinha, migalhas grudando nas costas. Ela subindo e descendo, peitos balançando na minha cara, eu mamando enquanto o cuzinho engolia meu pau. “Rebola no pau do sobrinho, tia, cavalga esse cu.” Ela gozou de novo, cuzinho pulsando, esguichando da buceta na minha barriga. “Tô gozando no cu, caralho, que putaria!”
De lado na bancada, perna levantada, socando anal fundo, mão no grelo dela, esfregando rápido. “Me faz esguichar de novo, vai.” Ela gritou, corpo convulsionando, suco jorrando no chão. Eu não aguentei, “Tô gozando no cu da tia!” Esporrei dentro, leite quente enchendo o cuzinho, pulsando jatos e jatos. Puxei devagar, cuzinho arrombado, leite escorrendo, misturado com suor.
A gente tava destruído, suados, tremendo, cheiro de sexo dominando a cozinha, feijão quase queimando no fogão. Ela me beijou, possessiva, “Isso foi só o começo, sobrinho. Toda vez que o tio viajar, você vem foder a tia.” Mas eu sentia a culpa batendo, medo do tio descobrir, obsessão crescendo. Sabia que era errado, tabu pra caralho, mas não conseguia parar. Meu pau já latejava de novo só de pensar.
De repente, ouvi a chave na porta da frente. Puta merda, o tio! A gente se vestiu correndo, ela limpando o rosto com o pano da pia, eu escondendo o pau mole na calça. Ele entrou, “Oi, amor, oi sobrinho, cheguei cedo.” Ela sorriu normal, mas piscou pra mim. “Fez o conserto, filho?” Eu balbuciei sim, coração disparado. Mas no olhar dela, promessa de mais: próxima vez, anal na sala com ele dormindo no quarto. Cara, tô viciado nessa putaria, não paro mais.
Depois daquele dia, eu não conseguia pensar em outra coisa. Voltei pra casa da tia Lygia uns dias depois, tio na estrada de novo. Ela me recebeu na porta com um robe curto, nada por baixo, peitos quase escapando. “Entra rápido, sobrinho, tô louca pro teu pau.” Direto pra cozinha de novo, o lugar da nossa primeira trepada. Ela sentou na mesa agora, pernas abertas, buceta já pingando. “Começa chupando, vai, lambe a tia toda.” Eu devorei, língua no grelo, dedos no cu, ela gemendo alto, sem medo de vizinhos.
Boquete dela foi brutal: de joelhos, engolindo até o talo, garganta convulsionando, saliva no chão. “Fode minha boca, usa como buceta.” Eu fodi, gozando na cara dela, leite escorrendo nos olhos, ela lambendo tudo. “Que gozada farta, sobrinho… agora me fode.”
Vaginal contra a parede da cozinha, ela de frente, perna no meu ombro, socando fundo, pau latejando na buceta encharcada. “Mete, mete até o útero, arromba a tia.” Ela esguichou na parede, gemendo possessiva. De quatro no chão, bunda empinada, eu alternando buceta e cu, dedo no cuzinho enquanto metia na frente. “Prepara pro anal, tia.” Ela implorou, “Mete no cu agora, quero arder de novo.”
Anal de cavalgada na cadeira da cozinha: ela sentou no meu pau, cuzinho engolindo devagar, rebolando lento, peitos na minha boca. Eu mamando forte, mordendo, ela subindo e descendo rápido, som de bunda batendo nas coxas. “Cavalga o sobrinho, tia, fode esse cu no pau duro.” Gozei dentro de novo, enchendo de leite, ela gozando junto, cuzinho apertando cada jato.
Mas o risco sempre lá: uma vez, tio ligou no meio da foda, ela atendendo com meu pau no cu dela, voz tremendo. “Sim, amor, tô… ah… cozinhando.” Eu socando devagar, ela mordendo o lábio pra não gemer. Desligou e explodiu em gozo.
Em outra visita, anal contra a pia, água correndo pra disfarçar os gemidos, eu socando forte, mão tapando a boca dela. “Grita no meu pau, tia, mas quietinho.” Ela esguichou na pia, sujo misturado com sabão.
A vulnerabilidade me pegava: eu confessava pra mim mesmo na cama à noite, pau duro lembrando, “É errado, ela é casada, minha tia, mas caralho, que buceta, que cu… tô obcecado.” Medo de gravidez, de tio pegar, mas o tesão vencia.
Reviravolta veio numa tarde: tio chegou de surpresa enquanto eu tava mamando os peitos dela na cozinha, pau na buceta. Escondi debaixo da mesa, ela conversando normal com ele, mas pé dela no meu pau, bombando devagar. Tio saiu pro banheiro, e ela sussurrou, “Continua metendo quando ele voltar pra sala.” Loucura pura.
Promessa de mais: ela me mandou vídeo depois, dedo no cu, “Vem amanhã, sobrinho, vou te dar o cu na varal, com roupa secando.” Tô indo agora, pau latejando. Essa putaria não tem fim, brother. É viciante, doente, mas o melhor tesão da vida.