11 de novembro de 2025 contos

FUDIDA PELO GENRO SAFADO NA COZINHA

Aventuras
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Estou na cozinha preparando o jantar, o cheiro de alho frito e carne assando no forno enchendo o ar, misturado com o suor do dia quente em Fortaleza. Minha filha tá no quarto ao lado, descansando depois de um dia cansativo, e eu, Geane, 39 anos, casada há vinte, mãe de três, sinto um fogo subindo pela buceta só de lembrar o que flagrei mais cedo. Eu tava passando pelo corredor quando ouvi gemidos abafados vindo do quarto deles. Espiei pela fresta da porta e vi o Zé Neto, meu genro safado, com o pauzão duro enfiado na boca da minha filha. Ela chupava gulosa, babando toda, as mãos apertando as bolas dele enquanto ele bombava na garganta dela. “Isso, engole meu caralho, sua putinha”, ele grunhia, e ela mamava com vontade, os olhos lacrimejando. De repente, ele puxou pra fora e esporrou tudo na cara dela, jatos grossos de leite quente escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Ela riu, lambendo os lábios, e eu, escondida, não aguentei: meti a mão por baixo da saia, dedilhando meu grelo latejando, a buceta já molhada de tesão vendo aquela putaria. Meu coração batia forte, culpa misturada com vontade louca de ser eu ali, sentindo aquele pauzão pulsar na minha boca.

Agora, na cozinha, o Zé Neto entra de repente, só de short, o volume do pinto ainda meio duro marcando o tecido. Ele me olha com aquele sorriso safado, sabendo que eu vi tudo. “Sogra, que cheirinho bom de comida… e de outra coisa também”, ele diz baixinho, se aproximando por trás enquanto eu corto legumes na pia. Sinto o pau dele encostando na minha bunda, duro de novo, latejando contra o tecido da minha calça legging. “Você viu, né? Vi sua sombra na porta. Tá com tesão na sogra agora?”, eu sussurro, mas não me afasto – pelo contrário, rebolo devagar, sentindo o caralho dele crescer. Ele ri no meu ouvido, o hálito quente, e mete a mão por dentro da minha blusa, apertando meus peitos suados. “Vi você se tocando, Geane. Sua buceta deve tá pingando. Quer provar o pau que acabou de foder sua filha?”

Eu viro pra ele, o coração acelerado com o risco – minha filha no quarto ao lado, podendo acordar a qualquer momento. Mas o tesão é maior, uma culpa deliciosa me consumindo enquanto eu me ajoelho no chão frio da cozinha, o cheiro de comida agora misturado com o de sexo. Puxo o short dele pra baixo e o pauzão salta na minha cara, ainda sujo de porra seca da minha filha, brilhando com resquícios de baba. O cheiro é forte, salgado, de gozada fresca, e eu gemo baixinho, abrindo a boca pra chupar. Engulo a cabeça primeiro, sentindo o gosto da porra da minha filha na língua, misturado com o suor dele. “Isso, sogra puta, chupa o pau sujo da sua filhinha”, ele manda, segurando minha cabeça e socando mais fundo. Eu mamando gulosa, as bolas peludas batendo no meu queixo, engolindo tudo até o talo, a garganta apertando. Ele dedilha meu grelo por baixo da saia, os dedos grossos circulando o clitóris inchado, me fazendo tremer inteira, a buceta esguichando um pouco no chão.

Não aguento mais, levanto e encosto na pia, empinando a bunda rabuda pra ele. “Me fode, Zé Neto, soca esse pauzão na buceta da sogra”, eu imploro, a voz rouca de tesão. Ele ri, puxa minha calcinha pro lado e encoxa forte, a cabeça do caralho roçando minha entrada molhada. Sinto ele latejar, duro como pedra, e de uma vez ele mete tudo, arrombando minha buceta apertada que não via um pau assim há anos. “Caralho, que buceta gostosa, Geane, mais apertada que a da sua filha”, ele grunhe, bombando sem dó, as mãos apertando minha cintura. Eu gemo alto, mordendo o lábio pra não gritar e acordar todo mundo, o som das coxas batendo ecoando na cozinha, misturado com o barulho da carne no forno. Suor escorrendo pelas minhas costas, tremedeira nas pernas enquanto ele soca fundo, o pau pulsando dentro de mim, roçando o útero.

Ele me vira de frente, me ergue na bancada ao lado da pia, as pernas abertas, e continua fodendo, chupando meus mamilos duros. “Vai gozar na sogra, seu safado? Enche meu útero de leitinho quente”, eu provoco, sentindo o orgasmo subindo, a buceta apertando ele. Minha filha geme no quarto – acordou? O risco me faz esguichar, molhando o pau dele todo. Ele acelera, “Tô quase, puta… mas depois vou arrombar esse cu virgem seu”. Eu gozo primeiro, gritando baixinho, o corpo convulsionando, gozada escorrendo pelas coxas. Ele não para, bombando mais forte, e esporra dentro, jatos quentes enchendo meu útero, leite vazando pra fora, lambuzando tudo. Puxo ele pra perto, beijando enquanto o pau ainda pulsa dentro de mim, o cheiro de putaria dominando a cozinha.

Mas ele não para aí. Tira o pau melado da buceta, coberto de porra e meu mel, e me manda ficar de quatro no chão. “Agora o cuzinho, sogra. Vai ser minha puta completa”. Eu tremo de medo e tesão, o cu virgem piscando, mas empino, sentindo a cabeça do pau encoxando ali. Ele cospe, lubrifica com a gozada que escorre da buceta, e empurra devagar. Dói no começo, mas o tesão vence, e ele arromba, socando centímetro por centímetro no meu cu apertado. “Caralho, que cuzinho gostoso, Geane, vai virar minha vadia anal”, ele rosna, bombando agora no rabo, as bolas batendo na buceta. Eu rebolo, gemendo como uma puta, o som molhado de cu sendo fodido enchendo o ar. Minha filha bate na parede – “Mãe, tá tudo bem?” – e eu respondo ofegante, “Tá sim, filha, só… derrubei uma panela”, enquanto o Zé Neto ri e soca mais fundo.

Ele me fode o cu sem piedade, uma mão dedilhando meu grelo de novo, me fazendo gozar outra vez, esguichando no chão da cozinha. O pau lateja no meu rabo, e ele esporra de novo, enchendo o cuzinho de leite quente, escorrendo pelas pernas quando ele tira. Eu fico ali, de quatro, lambuzada de porra, suor e mel, o cheiro de comida agora eterno misturado com nossa putaria. Ele me puxa pra um beijo, “Isso é só o começo, sogra. Toda vez que sua filha dormir, vou te foder assim”. Eu sorrio, culpada mas viciada, sabendo que vou querer mais dessa traição caseira, com o risco batendo na porta.

Uma resposta

  1. Edivaldo ns

    Delícia 😋

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